- O deputado Rogério Correia (PT-MG) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o bloqueio temporário das redes sociais de Nikolas Ferreira (PL-MG).
- A solicitação foi feita após Ferreira exibir o ex-presidente Jair Bolsonaro em um ato em São Paulo, desafiando proibições do STF.
- Correia argumenta que as declarações de Ferreira, como “o STF vai cair”, configuram incitação à desobediência institucional e ameaçam a segurança dos magistrados.
- O deputado também pediu a abertura de uma investigação por coação e obstrução de Justiça, considerando que as ações de Ferreira visam constranger o Judiciário.
- Ele defende que o bloqueio é uma medida cautelar necessária e solicita que a restrição dure pelo menos noventa dias, enquanto houver risco de novas infrações.
O deputado Rogério Correia (PT-MG) protocolou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para o bloqueio temporário das redes sociais de Nikolas Ferreira (PL-MG). A solicitação surge após Ferreira exibir o ex-presidente Jair Bolsonaro em um ato bolsonarista em São Paulo, desafiando proibições do STF.
Correia argumenta que as declarações de Ferreira, como “o STF vai cair”, configuram incitação à desobediência institucional e podem comprometer a segurança dos magistrados. O pedido inclui a abertura de uma investigação por coação e obstrução de Justiça, considerando que as ações de Ferreira visam constranger o Judiciário.
O deputado petista defende que o bloqueio não é censura, mas uma medida cautelar necessária para evitar a repetição de condutas que atacam a autonomia do STF. Ele solicita que a restrição dure pelo menos 90 dias, enquanto houver risco de novas infrações.
Além disso, Correia pediu que o caso seja encaminhado à Procuradoria Geral da República (PGR) para apuração de possíveis crimes. Ele destaca que as ações de Ferreira não são isoladas, mas parte de uma escalada de ataques contra o Judiciário, evidenciada por suas falas e pela encenação pública com Bolsonaro.
A situação reflete um clima de tensão política no Brasil, especialmente entre os apoiadores de Bolsonaro e as instituições judiciais. O ministro Alexandre de Moraes ainda não se pronunciou sobre o pedido de Correia, que pode ter desdobramentos significativos no cenário político atual.
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