- Felipe Santa Cruz, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e atual secretário de Governo da prefeitura do Rio, afirmou que Jair Bolsonaro mereceria “pena de morte” em um “mundo ideal”.
- A declaração ocorreu após a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que determinou a prisão domiciliar de Bolsonaro.
- Santa Cruz criticou a gestão de Bolsonaro durante a pandemia, referindo-se a ele como “esse merda que matou tantos”.
- A declaração gerou polêmica nas redes sociais, com provocações sobre o desaparecimento de seu pai, Fernando Santa Cruz, na ditadura militar.
- Em resposta, Santa Cruz defendeu o devido processo legal e reafirmou seu compromisso com a democracia e a justiça.
O ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e atual secretário de Governo da prefeitura do Rio, Felipe Santa Cruz, gerou polêmica ao afirmar que, em um “mundo ideal”, a atuação do ex-presidente Jair Bolsonaro mereceria “pena de morte”. A declaração foi feita na noite de segunda-feira, após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinar a prisão domiciliar de Bolsonaro.
Santa Cruz expressou satisfação com a decisão de Moraes, referindo-se a Bolsonaro como “esse merda que matou tantos na pandemia”. Em um debate nas redes sociais, ele argumentou que o ex-presidente cometeu “traição aos cânones democráticos”. Ao ser questionado sobre os crimes de Bolsonaro, Santa Cruz reiterou sua posição, afirmando que, em sua visão, a pena de morte seria a resposta adequada.
Reações nas Redes Sociais
A declaração de Santa Cruz provocou reações intensas nas redes sociais. Alguns seguidores o provocaram, fazendo referências ao desaparecimento de seu pai, Fernando Santa Cruz, durante a ditadura militar. Em resposta, Santa Cruz destacou que frequentemente recebe ofensas relacionadas ao passado de seu pai, que foi assassinado. Ele afirmou que a extração de trechos de suas declarações fora de contexto é uma prática absurda.
Em nota enviada ao GLOBO, Santa Cruz defendeu o devido processo legal e afirmou que não se deixará levar por provocações. Ele também criticou aqueles que idolatraram assassinos, reafirmando seu compromisso com a democracia e a justiça.
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