- A União Progressista, formada por União Brasil e PP, orientou seus parlamentares a não registrarem presença nas votações da Câmara e do Senado nesta quarta-feira, 6.
- A estratégia visa reforçar a obstrução bolsonarista, apesar de a federação controlar quatro ministérios no governo Lula.
- A oposição ocupa as Mesas Diretoras do Congresso Nacional e pressiona pela votação de temas polêmicos, como a anistia a golpistas e o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
- A decisão de não registrar presença tem como objetivo impedir a votação de outras matérias.
- Os presidentes da União Progressista, Ciro Nogueira e Antonio Rueda, afirmaram que a federação defende o diálogo para restabelecer a normalidade no Congresso.
A União Progressista, federação formada por União Brasil e PP, decidiu nesta quarta-feira, 6, que seus parlamentares não devem registrar presença nas votações da Câmara e do Senado. Essa estratégia visa reforçar a obstrução bolsonarista, mesmo com a federação controlando quatro ministérios no governo Lula.
Desde a terça-feira, a oposição ocupa as Mesas Diretoras do Congresso Nacional, pressionando pela votação de temas polêmicos, como a anistia a golpistas e o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. A decisão de não registrar presença é uma forma de impedir a votação de outras matérias, segundo a federação.
Em nota, os presidentes da União Progressista, Ciro Nogueira (PP-PI) e Antonio Rueda (União-PE), afirmaram que a federação continua a defender o diálogo como o único caminho para restabelecer a normalidade no Congresso. Apesar de sua aliança com a oposição, o PP e a União Brasil mantêm a gestão dos ministérios de Esporte, Comunicações, Turismo e Desenvolvimento Regional.
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