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Ex-jogador do Botafogo é acusado de homicídio culposo após atropelar quatro pessoas

Luan Plácido foi indiciado por homicídio culposo após atropelar quatro pessoas, incluindo uma mulher que não sobreviveu aos ferimentos

Ex-jogador do Botafogo, Luan Plácido (Foto: Reprodução)
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  • Luan Plácido Moreira da Costa, ex-jogador do Botafogo, atropelou quatro pessoas em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio de Janeiro, no dia 8 de agosto.
  • Ariane de Carvalho da Silva, de 51 anos, não resistiu aos ferimentos e faleceu após ser internada.
  • Luan foi indiciado por homicídio culposo e enfrenta também acusações de lesão corporal culposa e desacato.
  • Laudos do Instituto Médico Legal (IML) mostraram problemas de equilíbrio em Luan, mas não foram encontrados vestígios de álcool.
  • Após o acidente, ele foi detido por desacato e liberado após pagar fiança de R$ 3 mil. A família de Ariane expressou indignação com a situação.

Morreu na tarde de sexta-feira, 8 de agosto, Ariane de Carvalho da Silva, de 51 anos, uma das quatro vítimas atropeladas pelo ex-jogador do Botafogo, Luan Plácido Moreira da Costa, de 21 anos, em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ariane não resistiu aos ferimentos e estava internada no Hospital Lourenço Jorge desde o acidente, ocorrido pela manhã.

Luan foi indiciado por homicídio culposo, que ocorre quando não há intenção de matar. Além disso, ele enfrenta acusações de lesão corporal culposa e desacato. Outros dois homens ficaram feridos, mas receberam alta, enquanto uma mulher de aproximadamente 35 anos permanece em estado grave no Hospital Municipal Miguel Couto.

Detalhes do Acidente

O acidente aconteceu na Estrada dos Bandeirantes, e segundo a família de Ariane, o sinal estava fechado para os veículos. O delegado Alan Luxardo, da 42ª DP, investiga as circunstâncias do atropelamento. Laudos do Instituto Médico Legal (IML) indicaram que Luan apresentava problemas de equilíbrio, mas não havia vestígios de álcool em seu organismo. Ele se recusou a realizar um exame de urina.

Após o atropelamento, Luan tentou prestar socorro, mas foi detido por desacato ao tentar tomar a arma de um policial e chutar uma viatura. Ele foi liberado após pagar fiança de R$ 3 mil. A família de Ariane expressou indignação com a fiança, ressaltando o sofrimento do filho de três anos da vítima, que agora está sem a mãe.

Repercussão e Consequências

Luan, que teve passagens por clubes como Botafogo e Nova Iguaçu, não possui mais vínculo com o Botafogo, tendo seu último contrato rescindido em março do ano passado com o Boavista. O caso gerou grande repercussão nas redes sociais e entre a comunidade, levantando questões sobre a segurança no trânsito e a responsabilidade dos motoristas. A investigação continua em andamento, buscando esclarecer todos os detalhes do trágico acidente.

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