- A obstrução de parlamentares bolsonaristas na Câmara dos Deputados e no Senado terminou em 7 de agosto.
- O grupo buscava pautar o “pacote de paz”, que incluía anistia aos envolvidos no ataque de 8 de janeiro e impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
- O presidente da Câmara, Hugo Motta, negou ter feito negociações para a desobstrução e afirmou que pode suspender os mandatos dos deputados que obstruíram o acesso à mesa.
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, declarou que não pautará o impeachment de Moraes, mesmo com apoio de 81 assinaturas.
- A situação política continua tensa, com bolsonaristas buscando alternativas para suas pautas e a oposição se organizando para barrá-las.
A obstrução promovida por parlamentares bolsonaristas na Câmara dos Deputados e no Senado chegou ao fim na quinta-feira, 7. O grupo esperava que seus projetos, conhecidos como “pacote de paz”, fossem pautados, incluindo a anistia aos envolvidos no ataque de 8 de janeiro e o impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, negou que tenha feito qualquer negociação para que os parlamentares desocupassem o plenário. Ele afirmou que pode suspender os mandatos dos deputados que obstruíram seu acesso à mesa. A oposição, por sua vez, acredita que a desmobilização foi resultado de um compromisso de Motta em pautar o projeto de anistia.
Posição do Senado
Davi Alcolumbre, presidente do Senado, também se manifestou sobre o impeachment de Moraes, afirmando que não pautará a questão, mesmo diante de um suposto apoio de 81 assinaturas. Ele destacou que não há espaço para essa discussão no Senado, reforçando sua posição contrária.
A situação revela um cenário tenso entre os parlamentares, com os bolsonaristas buscando alternativas para avançar suas pautas, enquanto a oposição se organiza para barrar essas iniciativas. A expectativa é que novos desdobramentos ocorram nas próximas sessões, à medida que as negociações políticas se intensificam.
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