- Joana Prado de Oliveira, advogada no meio esportivo, é investigada pela Polícia Federal por apropriação indevida de valores de atletas.
- O técnico Oswaldo de Oliveira denunciou que a advogada subtraiu R$ 3,1 milhões dele e que o total desviado de vários atletas chega a R$ 7,7 milhões.
- As investigações indicam que Joana realizou saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) sem autorização e não repassou valores de ações judiciais vencidas.
- Entre os atletas que acusam a advogada estão João Rojas, Cueva, Juninho, Paolo Guerrero, Titi e Ramires.
- Existem dois inquéritos abertos contra Joana, relacionados a operações desde 2022.
Joana Prado de Oliveira, advogada com atuação no meio esportivo, está sendo investigada pela Polícia Federal por suspeitas de apropriação indevida de valores de atletas. Recentemente, o técnico Oswaldo de Oliveira denunciou publicamente que a advogada subtraiu cerca de 3,1 milhões de reais dele, e o total desviado de vários atletas chega a 7,7 milhões de reais.
As investigações apontam que Joana teria realizado saques do FGTS dos jogadores sem autorização e não repassado valores de ações judiciais vencidas. Entre os atletas que acusam a advogada estão nomes como o equatoriano João Rojas, Cueva, Juninho, Paolo Guerrero, Titi e Ramires. Ao todo, são dois inquéritos abertos contra Joana, relacionados a operações desde 2022.
Oswaldo de Oliveira expressou sua indignação nas redes sociais, afirmando que Joana utiliza sua posição para levantar e receber valores sem repassar aos clientes. Em uma de suas publicações, o técnico afirmou que a advogada “roubou, enganou, falsificou documentos” e vive uma vida de luxo às custas dos trabalhadores. Ele destacou que sua intenção é proteger todos os profissionais e atletas que frequentemente são enganados pela falta de conhecimento sobre seus direitos.
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