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Segurança da casa de Hugo Motta é reforçada após alerta de protestos e motim

Câmara dos Deputados aumenta segurança após motim de bolsonaristas que obstruíram plenário por 30 horas em busca de anistia e impeachment

Polícia Legislativa faz barreira em frente à residência oficial da Câmara (Foto: Eduardo Barretto/Estadão)
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  • A Câmara dos Deputados aumentou a segurança após um motim de deputados bolsonaristas que tentaram obstruir o funcionamento do plenário.
  • O presidente da Câmara, Hugo Motta, pediu a suspensão de 14 parlamentares envolvidos na ação.
  • A segurança inclui uma blitz no acesso à residência oficial de Motta, com faixas de pregos e cones.
  • Durante o motim, os deputados impediram o funcionamento da Casa por 30 horas, pressionando pela anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
  • Os bolsonaristas também exigem o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

A Câmara dos Deputados intensificou a segurança após um motim de deputados bolsonaristas, que tentaram obstruir o funcionamento do plenário. O presidente da Casa, Hugo Motta, solicitou a suspensão de 14 parlamentares envolvidos na ação, que ocorreu na semana passada.

A medida de segurança foi confirmada por integrantes da Polícia Legislativa e inclui uma blitz no acesso à residência oficial de Motta, com faixas de pregos e cones. O corregedor da Câmara iniciará a análise do pedido de suspensão, que pode durar até seis meses. Durante o motim, os deputados impediram o funcionamento da Casa por 30 horas, buscando pressionar pela aprovação de anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro.

Os bolsonaristas também exigem o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O clima tenso na Câmara reflete a polarização política atual, com os apoiadores de Jair Bolsonaro intensificando suas ações em defesa do ex-presidente, que está sob investigação e cumpre prisão domiciliar.

A situação gerou preocupações sobre a segurança dos parlamentares e a estabilidade do legislativo. A Polícia Militar do Distrito Federal foi acionada para reforçar a segurança na área, evidenciando a gravidade do momento político. A Câmara não se manifestou oficialmente sobre as medidas adotadas.

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