- A Câmara dos Deputados aumentou a segurança após um motim de deputados bolsonaristas que tentaram obstruir o funcionamento do plenário.
- O presidente da Câmara, Hugo Motta, pediu a suspensão de 14 parlamentares envolvidos na ação.
- A segurança inclui uma blitz no acesso à residência oficial de Motta, com faixas de pregos e cones.
- Durante o motim, os deputados impediram o funcionamento da Casa por 30 horas, pressionando pela anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
- Os bolsonaristas também exigem o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
A Câmara dos Deputados intensificou a segurança após um motim de deputados bolsonaristas, que tentaram obstruir o funcionamento do plenário. O presidente da Casa, Hugo Motta, solicitou a suspensão de 14 parlamentares envolvidos na ação, que ocorreu na semana passada.
A medida de segurança foi confirmada por integrantes da Polícia Legislativa e inclui uma blitz no acesso à residência oficial de Motta, com faixas de pregos e cones. O corregedor da Câmara iniciará a análise do pedido de suspensão, que pode durar até seis meses. Durante o motim, os deputados impediram o funcionamento da Casa por 30 horas, buscando pressionar pela aprovação de anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro.
Os bolsonaristas também exigem o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O clima tenso na Câmara reflete a polarização política atual, com os apoiadores de Jair Bolsonaro intensificando suas ações em defesa do ex-presidente, que está sob investigação e cumpre prisão domiciliar.
A situação gerou preocupações sobre a segurança dos parlamentares e a estabilidade do legislativo. A Polícia Militar do Distrito Federal foi acionada para reforçar a segurança na área, evidenciando a gravidade do momento político. A Câmara não se manifestou oficialmente sobre as medidas adotadas.
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