- O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) afirmou que é “muito difícil” que um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes avance.
- Mourão, ex-vice-presidente durante o governo de Jair Bolsonaro, expressou apoio ao impedimento, mas destacou a complexidade do processo.
- Ele mencionou que são necessários 54 votos no Senado para viabilizar o impeachment e que atualmente não há esse número.
- A oposição anunciou ter conseguido 41 assinaturas em apoio ao pedido, o que representa a maioria simples da Casa.
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), já declarou que não pretende pautar o tema, dificultando a abertura do processo.
O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) afirmou que é “muito difícil” que um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes avance. Em entrevista à CNN Brasil, Mourão, que foi vice-presidente durante o governo de Jair Bolsonaro, expressou sua posição favorável ao impedimento, mas ressaltou a complexidade da situação.
Mourão destacou que, para que o impeachment seja viável, é necessário um número significativo de votos no Senado. “Hoje, na minha visão, ainda não temos os 54 votos necessários para um impeachment,” afirmou. A oposição no Senado, por sua vez, anunciou ter conseguido 41 assinaturas em apoio ao pedido de impeachment, número que representa a maioria simples da Casa.
Resistência no Senado
Apesar do apoio da oposição, o processo de impeachment enfrenta um obstáculo considerável. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), já manifestou que não pretende pautar o tema, o que impede a abertura formal do processo. A situação atual sugere que, mesmo com a mobilização da oposição, o impeachment de Moraes permanece distante.
A análise de Mourão sobre a situação do Supremo Tribunal Federal e a possibilidade de impeachment reflete um cenário político tenso, onde as divisões entre os poderes e as estratégias políticas se entrelaçam. A resistência de Alcolumbre em pautar o impeachment pode ser vista como um indicativo da fragilidade do movimento oposicionista no Senado.
Entre na conversa da comunidade