Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Onda de depredações de ônibus em SP chega a mil casos e continua sem solução

Polícia intensifica investigações sobre ataques a ônibus em São Paulo após prisões, mas motivações continuam incertas e geram críticas

Janela de ônibus quebrada após ato de vandalismo neste sábado (26) na cidade de São Paulo (Foto: @PMESP)
0:00
Carregando...
0:00
  • A onda de ataques a ônibus em São Paulo, iniciada em junho, já registrou quase mil casos de vandalismo, resultando em feridos e investigações em andamento.
  • A polícia prendeu 22 suspeitos, entre eles Edson Campolongo, que alegou motivação política para os atos.
  • Dados da São Paulo Transporte (SPTrans) indicam 626 ataques na capital, enquanto a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) contabiliza 341 na Grande São Paulo.
  • O prefeito Ricardo Nunes criticou a lentidão das investigações, que estão sob a responsabilidade do Departamento de Investigação Criminal (Deic).
  • As motivações dos ataques ainda são incertas, com a participação do crime organizado sendo descartada. A Polícia Militar aumentou a presença de agentes em coletivos.

A onda de ataques a ônibus em São Paulo, que começou em junho, já contabiliza quase mil registros de vandalismo, resultando em feridos e investigações em andamento. A polícia prendeu 22 suspeitos, incluindo Edson Campolongo, que alegou motivação política para os atos.

Dados da SPTrans indicam 626 ataques na capital desde 12 de junho, enquanto a Artesp registra 341 casos na Grande São Paulo. As investigações estão sob a responsabilidade do Deic, com apoio de unidades regionais e da Divisão de Crimes Cibernéticos. A SSP não atualizou o status das apurações, gerando críticas do prefeito Ricardo Nunes, que destacou a lentidão das investigações.

Motivações e Investigações

As motivações dos ataques permanecem incertas, com linhas de investigação que incluem disputas entre empresas e desafios de internet. A participação do crime organizado foi descartada. Em resposta à crescente preocupação, a Polícia Militar intensificou a presença de agentes em coletivos e a prefeitura anunciou a circulação de 200 guardas-civis em ônibus.

Em julho, o governador Tarcísio de Freitas afirmou que a população não precisava temer, destacando uma “megaoperação” em andamento. Apesar das prisões, uma autoridade envolvida nas investigações afirmou que os detidos não apresentavam motivações claras, reforçando a hipótese de efeito manada.

Prisões e Críticas

Entre os detidos, Edson Campolongo, de 68 anos, é acusado de 17 ataques e fez postagens críticas ao governo atual em suas redes sociais. Seu irmão, Sérgio Campolongo, também se entregou à polícia. A pressão por respostas aumentou, especialmente após o registro de 59 ataques em um único dia.

Com o ritmo de ataques diminuindo, a SSP não informou se houve mudanças nas linhas de investigação. A situação continua a ser monitorada, enquanto a população aguarda esclarecimentos sobre as motivações e os responsáveis pelos atos de vandalismo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais