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Promotoria absolve empresário acusado de lavagem de dinheiro do PCC

Ministério Público arquiva investigação contra Luiz Sérgio Ferreira da Mota, confirmando ausência de provas sobre lavagem de dinheiro e PCC

PCC é suspeito de utilizar empresas de maquininhas de cartão de crédito para lavagem de dinheiro e ocultar bens, segundo o Gaeco (Foto: PF/Reprodução)
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  • O Ministério Público de São Paulo arquivou a investigação contra Luiz Sérgio Ferreira da Mota.
  • A decisão foi tomada em 29 de julho de 2025, após a conclusão de que não havia evidências de envolvimento com lavagem de dinheiro do PCC.
  • A investigação começou em agosto de 2024, relacionada a crimes de organização criminosa e tráfico de drogas.
  • Os promotores não encontraram indícios que ligassem Mota às atividades ilícitas, mesmo após análise de movimentações financeiras.
  • A defesa do empresário afirmou que ele sempre se colocou à disposição para esclarecer os fatos e reafirmou sua inocência.

O Ministério Público de São Paulo arquivou a investigação contra o empresário Luiz Sérgio Ferreira da Mota, que era suspeito de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro do PCC por meio das empresas UPBus e Transwolff. A decisão foi tomada no dia 29 de julho de 2025, após os promotores concluírem que não havia evidências que ligassem Mota a atividades ilícitas.

Os promotores, que fazem parte da Operação Sharks, afirmaram que, após análise de informações obtidas por medidas cautelares e dados da Receita Federal, não foram encontrados elementos que indicassem a vinculação de Mota à lavagem de capitais. A defesa do empresário, representada pelo advogado Renato Stanziola Vieira, reiterou que Mota sempre se colocou à disposição para esclarecer os fatos e que nunca teve qualquer relação com o PCC.

Contexto da Investigação

A investigação que envolvia Mota foi iniciada em agosto de 2024 e estava relacionada à apuração de crimes de organização criminosa e tráfico de drogas, entre outros. O Gaeco identificou que o esquema criminoso utilizava maquininhas de cartão para ocultar a origem ilícita de recursos. Mota foi citado como sócio oculto da UPBus, que supostamente fazia parte desse esquema.

Os promotores destacaram que, apesar da complexidade da investigação, que incluiu movimentações financeiras extensas, não foram encontrados indícios que comprovassem a participação de Mota nas atividades ilícitas. A decisão de arquivamento também se estendeu a outros cinco investigados.

Repercussão

A defesa de Mota expressou satisfação com o arquivamento, afirmando que a decisão confirma a inocência do empresário. Os promotores, ao final de sua análise, afirmaram que a investigação não trouxe elementos que vinculassem os investigados aos crimes relacionados à UPBus. A conclusão do caso representa um desfecho importante para Mota, que sempre negou as acusações.

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