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Dono do restaurante Trump Burger enfrenta deportação nos Estados Unidos

Roland Beainy enfrenta deportação e acusações de casamento fraudulento enquanto sua marca Trump Burger gera polêmica nos Estados Unidos

Um Trump Burger em Flatonia, Texas. (Foto: @trumpburgerofbellville)
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  • Roland Beainy, libanês de 28 anos, é proprietário da rede de fast food Trump Burger no Texas.
  • Ele enfrenta deportação por permanecer ilegalmente nos Estados Unidos desde sua entrada em 2019.
  • Beainy foi preso pela Agência de Imigração e Controle de Alfândega (ICE), liberado sob fiança e aguarda o processo de deportação.
  • O ex-presidente Donald Trump enviou uma carta exigindo a remoção do uso de seu nome na marca, alegando engano ao público.
  • Beainy também é acusado de casamento fraudulento e uso indevido do nome Trump, com o Departamento de Segurança Interna (DHS) negando sua solicitação de residência.

Roland Beainy, um libanês de 28 anos e proprietário da rede de fast food Trump Burger no Texas, enfrenta a iminente deportação dos Estados Unidos. Ele entrou no país em 2019 como visitante não imigrante e deveria ter deixado o território até fevereiro de 2024, mas permanece ilegal. Beainy foi preso em maio pela ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândega), liberado sob fiança e atualmente aguarda o desfecho do processo de deportação.

A rede de fast food, que promove a figura do ex-presidente Donald Trump, não possui autorização para usar seu nome. Em fevereiro, advogados de Trump enviaram uma carta exigindo a remoção de materiais de marketing que associam a marca ao ex-presidente, alegando que Beainy estava “enganando o público”. Além disso, Beainy enfrenta acusações de casamento fraudulento e uso indevido do nome Trump em sua marca.

Beainy, que se autodenomina “magnata da culinária”, também é proprietário de outro restaurante chamado Patti’s. Ele tentou solicitar residência após um suposto casamento com uma cidadã americana, mas o Departamento de Segurança Interna (DHS) negou a validade das evidências apresentadas, classificando a união como uma tentativa de manipulação do sistema. O DHS afirmou que Beainy não possui um cartão de residente permanente e tem um histórico de casamentos ilegais.

Apesar das dificuldades, Beainy compartilha atualizações sobre sua situação nas redes sociais, transmitindo mensagens de otimismo. A situação do empresário levanta questões sobre imigração e o uso de marcas associadas a figuras públicas, refletindo a complexidade do sistema imigratório dos Estados Unidos.

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