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Senado avança com proposta de recompensa a policiais por apreensão de armas ilegais

Senadores aprovam proposta que recompensa policiais por apreensões de armas ilegais, incluindo guardas municipais no programa de incentivos

Flávio Bolsonaro relatou o projeto de Marcos do Val (ao fundo na imagem) que prevê o pagamento de recompensas a policiais por apreensão de armas. (Foto: Roque de Sá/Agência Senado)
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  • A Comissão de Segurança Pública do Senado aprovou uma proposta que oferece recompensas em dinheiro para policiais que apreenderem armas ilegais.
  • O projeto é de autoria do senador Marcos do Val e foi relatado por Flávio Bolsonaro.
  • Os recursos virão do Fundo Nacional de Segurança Pública e beneficiarão agentes da União, estados e do Distrito Federal.
  • Flávio Bolsonaro ressaltou a inclusão de guardas municipais, buscando promover igualdade entre as instituições de segurança.
  • A proposta ainda precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados e sancionada pela Presidência da República antes de entrar em vigor.

A Comissão de Segurança Pública do Senado aprovou, nesta terça-feira, 12, uma proposta que prevê recompensas em dinheiro para policiais que apreenderem armas ilegais. O projeto, de autoria do senador Marcos do Val (Podemos-ES) e relatado por Flávio Bolsonaro (PL-RJ), agora segue para votação no plenário.

A proposta destina recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) para remunerar agentes da União, estados e do Distrito Federal que participarem da apreensão de armamentos ilegais. Flávio Bolsonaro destacou a importância de incluir guardas municipais no programa, afirmando que isso corrige uma “lacuna histórica” na segurança pública, promovendo isonomia entre as instituições que atuam no combate à criminalidade.

Atualmente, os recursos do FNSP são utilizados para diversas finalidades, como construção de unidades de policiamento e programas de prevenção. A proposta ainda precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados e sancionada pela Presidência da República antes de entrar em vigor. A expectativa é que a votação no plenário ocorra em breve, mas ainda não há uma data definida.

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