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Vereadora denuncia homofobia nas redes sociais em Petrópolis

Vereadora denuncia violência virtual e destaca intolerância lesbofóbica após convocação de ataque em frente ao seu gabinete. Polícia investiga o caso

Lívia Miranda (PCdoB), vereadora de Petrópolis (Foto: Divulgação)
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  • A vereadora Lívia Miranda (PCdoB) registrou uma denúncia de violência virtual em 23 de outubro.
  • Criminosos convocaram homens a se masturbarem em frente ao seu gabinete, alegando que isso corrigiria sua orientação sexual.
  • A convocação foi acompanhada de uma imagem de um projeto de lei da vereadora sobre a Semana Municipal de Incentivo à Doação de Leite Humano.
  • A página que disseminou a convocação foi retirada do ar, e a defesa da vereadora planeja solicitar investigações sobre injúria, difamação, ameaça e violência de gênero.
  • A deputada estadual Dani Balbi (PCdoB) expressou solidariedade e destacou a intolerância enfrentada por mulheres LBTQIA+. O caso será investigado pela Polícia Civil.

A vereadora Lívia Miranda (PCdoB) registrou uma denúncia de violência virtual nesta segunda-feira, 23 de outubro, após ser alvo de ataques online. Criminosos convocaram homens a se masturbarem em frente ao seu gabinete na Câmara de Petrópolis, alegando que isso seria uma forma de “corrigir” sua orientação sexual. A mensagem foi acompanhada de uma imagem de um projeto de lei da vereadora que propõe a Semana Municipal de Incentivo à Doação de Leite Humano, atualmente em tramitação.

Após a denúncia, a página que disseminou a convocação foi retirada do ar. A defesa de Lívia Miranda também planeja solicitar investigações sobre crimes de injúria, difamação, ameaça e violência de gênero. A vereadora expressou sua indignação, afirmando que o ataque é um exemplo de intolerância lesbofóbica e um uso cruel da intimidade como arma de opressão. “Fui surpreendida por um ataque cruel e degradante”, declarou.

A deputada estadual Dani Balbi (PCdoB) manifestou solidariedade à colega, ressaltando que a ação reflete a intolerância e o ódio direcionados a mulheres LBTQIA+. Balbi enfatizou que a violência expõe a crueldade de grupos que tentam silenciar ou “consertar” quem ama de forma diferente. O caso será investigado pela Polícia Civil, que busca identificar e responsabilizar os autores. Este episódio reacende o debate sobre a necessidade de fortalecer políticas públicas de combate à violência e ao discurso de ódio contra a população LGBTQIAPN+.

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