- Mário Kertész, ex-prefeito de Salvador, lançou o livro “Riso—Choro (e tudo mais que vem no meio)”, onde narra sua trajetória política.
- Kertész foi nomeado por Antônio Carlos Magalhães (ACM) em 1979, durante a ditadura, e passou a ser seu opositor.
- O rompimento ocorreu quando Kertész se recusou a apoiar Clériston Andrade para governador, resultando em sua exoneração no dia seguinte.
- O livro também traz memórias pessoais e histórias de família, refletindo o humor característico do autor.
- O prefácio é de Jânio de Freitas e a obra será publicada pela editora Edufba, com lançamento previsto para setembro.
Mário Kertész, ex-prefeito de Salvador, revela em seu novo livro, Riso—Choro (e tudo mais que vem no meio), detalhes de sua trajetória política e seu rompimento com Antônio Carlos Magalhães (ACM). Nomeado por ACM em 1979, durante a ditadura, Kertész passou de aliado a opositor do ex-governador.
O rompimento ocorreu quando Kertész se recusou a apoiar Clériston Andrade para governador. ACM, ao ser informado, questionou: “Você sabe o que vai acontecer?”. Kertész, ciente da situação, respondeu: “Claro, o senhor vai me demitir”. No dia seguinte, acordou com a notícia de sua exoneração, publicada no Diário Oficial como “a pedido”, algo que ele nega ter feito.
Memórias e Reflexões
No livro, Kertész também compartilha memórias afetivas e histórias de família, revelando um lado mais pessoal. O ex-prefeito é conhecido por seu senso de humor, que se reflete no título da obra. O prefácio é assinado pelo jornalista Jânio de Freitas e a publicação é da editora Edufba, com lançamento previsto para setembro.
Kertész descreve ACM como “sacana”, destacando a complexidade de sua relação com o político. A obra promete não apenas uma análise da política baiana, mas também um mergulho nas experiências que moldaram sua vida pessoal e profissional.
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