- A morte de Lisa Marie Presley, filha de Elvis Presley, em janeiro de 2023, resultou em um processo de US$ 50 milhões contra Priscilla Presley.
- A acusação é de que Priscilla desligou os aparelhos que mantinham Lisa Marie viva para controlar sua herança.
- O processo foi movido por Brigitte Kruse e Kevin Fialko, ex-empresários de Priscilla.
- Eles afirmam que a decisão foi tomada antes da chegada da neta, Riley Keough, ao hospital.
- Priscilla nega as acusações, e seu advogado as considera “mentiras fabricadas e maliciosas”.
A morte de Lisa Marie Presley, filha de Elvis Presley, em janeiro de 2023, aos 54 anos, desencadeou uma nova batalha judicial. Um processo de US$ 50 milhões foi protocolado contra Priscilla Presley, acusando-a de ter desligado os aparelhos que mantinham Lisa Marie viva, com o intuito de controlar sua herança.
A ação foi movida por Brigitte Kruse e Kevin Fialko, ex-empresários de Priscilla, que alegam que a decisão foi tomada poucas horas após a internação de Lisa Marie, antes da chegada da neta, Riley Keough, ao hospital. A herdeira sofreu uma parada cardíaca em 12 de janeiro e faleceu no mesmo dia, após complicações de saúde relacionadas a uma cirurgia bariátrica.
Acusações e Motivações
Os autores do processo afirmam que Priscilla agiu contra a vontade de Lisa Marie, visando obter controle total do Promenade Trust, fundo responsável pela administração da propriedade de Graceland. Priscilla, que foi casada com Elvis entre 1967 e 1973, nega as acusações. O advogado dela, Marty Singer, classificou as alegações como “mentiras fabricadas e maliciosas”, ressaltando que Riley Keough apoia sua avó integralmente.
A morte de Lisa Marie e as subsequentes disputas legais revelam a complexidade das relações familiares e os interesses financeiros que podem surgir em momentos de tragédia. A situação continua a se desenrolar nos tribunais, enquanto os envolvidos buscam esclarecer os fatos e proteger seus interesses.
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