- O PSOL de Pernambuco enfrenta uma crise interna após acusar a deputada estadual Dani Portela de se aliar ao bolsonarismo.
- O partido nega ingerência sobre as verbas indenizatórias da parlamentar, que é investigada por suposta contratação de uma empresa fantasma.
- A deputada recebeu R$ 457,2 mil da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para serviços de automatização de dados.
- O PSOL expressa preocupação com a falta de participação de Portela nas atividades do partido e menciona exonerações de assessores.
- Em resposta, Dani Portela gravou um vídeo negando as acusações e reafirmando seu apoio ao governo Lula.
O PSOL de Pernambuco enfrenta uma crise interna após acusar a deputada estadual Dani Portela de se aliar ao bolsonarismo. A nota oficial do partido também refuta a alegação de ingerência sobre as verbas indenizatórias da parlamentar, que é alvo de uma denúncia anônima por suposta contratação de uma empresa fantasma.
O partido defende que as denúncias contra Portela sejam investigadas com transparência e respeito ao devido processo legal. A deputada é acusada de ter contratado uma empresa de automatização de dados, que recebeu R$ 457,2 mil da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). O PSOL destaca que, nos últimos meses, Portela se distanciou da legenda, com aliados migrando para o PT, o que indica uma mudança de alinhamento político.
Críticas e Respostas
O PSOL expressa preocupação com a falta de participação de Portela nas atividades do partido e menciona que assessores que permaneceram na legenda foram exonerados. A nota critica ainda a articulação da deputada com o PL, partido de Jair Bolsonaro, que contraria os princípios do PSOL. A legenda menciona a eleição do deputado Alberto Feitosa (PL) para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça, com votos de uma coalizão que inclui o PSOL.
Em resposta, Dani Portela gravou um vídeo onde nega as acusações e afirma ser uma defensora do governo Lula. Ela desmente a exoneração de assessores e critica a postura do PSOL, chamando as acusações de absurdas. A deputada justifica sua aproximação com o PL ao buscar apoio para uma CPI sobre gastos da comunicação estadual, reafirmando seu compromisso com a democracia e o campo popular democrático.
Entre na conversa da comunidade