- O governo dos Estados Unidos revogou os vistos de dois integrantes do Programa Mais Médicos, alegando envolvimento com trabalho forçado do governo cubano.
- Os vistos cancelados pertencem a Mozart Julio Tabosa Sales, secretário de Atenção Especializada à Saúde, e Alberto Kleiman, ex-assessor de Relações Internacionais.
- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou a decisão, citando a participação dos dois na implementação do programa.
- O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu o programa, afirmando que ele salva vidas e é bem avaliado pela população brasileira.
- O Mais Médicos, criado em 2013 e rebatizado em 2023 para incluir mais áreas da saúde, dobrou o número de profissionais nos últimos dois anos, atendendo milhões de brasileiros.
Após a revogação dos vistos de dois integrantes do Programa Mais Médicos pelo governo dos Estados Unidos, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reafirmou a importância do programa. Em uma postagem nas redes sociais, ele declarou que o Mais Médicos “sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja”.
Os vistos de Mozart Julio Tabosa Sales, secretário de Atenção Especializada à Saúde, e Alberto Kleiman, ex-assessor de Relações Internacionais, foram cancelados sob a alegação de que eles estariam envolvidos com “trabalho forçado” do governo cubano. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, fez o anúncio, citando a participação dos dois na implementação do programa.
Padilha defendeu o legado do Mais Médicos, que, segundo ele, salva vidas e é aprovado pela população brasileira. O ministro destacou que, nos últimos dois anos, o número de profissionais no programa dobrou, levando atendimento médico a milhões de brasileiros que antes não tinham acesso à saúde.
Impacto do Programa
Criado em 2013, o Mais Médicos foi inicialmente voltado para atender regiões carentes com a contratação de médicos cubanos. Em 2023, o programa foi rebatizado para Mais Médicos para o Brasil, priorizando profissionais brasileiros e expandindo para outras áreas da saúde, como dentistas e enfermeiros.
Padilha enfatizou que a saúde e a soberania do Brasil não são negociáveis. Ele reafirmou o compromisso do governo em continuar a oferecer serviços de saúde de qualidade, independentemente das pressões externas.
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