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Traficante conhecida como Diaba Loira é encontrada morta em Cascadura

Diaba Loira, criminosa ligada ao tráfico, foi assassinada no Rio de Janeiro após romper com facção e se aliar a grupo rival.

Eweline Passos Rodrigues, de 28 anos. Conhecida como “Diaba Loira”, ela teria se envolvido com o Comando Vermelho (CV) a partir de 2022, após sofrer tentativa de feminicídio, e, agora, após um rompimento com a facção, teria se aliado ao Terceiro Comando Puro (TCP). (Foto: Reprodução)
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  • Eweline Passos Rodrigues, conhecida como Diaba Loira, foi encontrada morta na noite de 26 de outubro, na Rua Cametá, em Cascadura, Zona Norte do Rio de Janeiro.
  • O corpo, de 28 anos, estava enrolado em um lençol e apresentava marcas de tiros na cabeça e no tórax.
  • Diaba Loira era uma figura conhecida no tráfico de drogas e havia rompido com o Comando Vermelho para se aliar ao Terceiro Comando Puro, o que gerou ameaças contra sua vida.
  • Ela tinha pelo menos três mandados de prisão em aberto e frequentemente desafiava rivais nas redes sociais.
  • A Delegacia de Homicídios da Capital investiga as circunstâncias de sua morte, que levantam questões sobre a violência entre facções no Rio de Janeiro.

Eweline Passos Rodrigues, conhecida como Diaba Loira, foi encontrada morta na noite de quinta-feira, 26 de outubro, na Rua Cametá, em Cascadura, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O corpo da mulher, de 28 anos, estava enrolado em um lençol e apresentava marcas de tiros na cabeça e no tórax. A Delegacia de Homicídios da Capital investiga o caso.

Diaba Loira era uma figura notória no tráfico de drogas, tendo se destacado por ostentar armamento pesado nas redes sociais. Natural de Santa Catarina, ela havia se mudado para o Rio após sobreviver a uma tentativa de feminicídio em 2022, quando foi ferida pelo ex-companheiro. Após se recuperar, ela se uniu ao Comando Vermelho, mas recentemente rompeu com a facção e se aliou ao Terceiro Comando Puro, tornando-se alvo de ameaças.

A criminosa era procurada pelas forças de segurança e tinha pelo menos três mandados de prisão em aberto. Em suas redes sociais, Diaba Loira frequentemente desafiava rivais e expressava desprezo por ameaças, afirmando que não temia represálias. Em um vídeo, ela chegou a declarar: “Não me entrego viva, só saio no caixão.”

Além disso, Diaba Loira havia perdido a mãe, supostamente assassinada por membros do Comando Vermelho, o que intensificou sua rivalidade com a facção. Sua mudança para o Terceiro Comando Puro foi marcada por postagens que incluíam uma tatuagem em homenagem ao grupo, com referências visuais ao TCP e à sua nova aliança.

As circunstâncias de sua morte levantam questões sobre a violência no tráfico de drogas e as consequências de alianças entre facções rivais no Rio de Janeiro. A investigação prossegue, buscando esclarecer os detalhes que cercam o assassinato da criminosa.

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