Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Diaba Loira compartilhava experiências do crime com 70 mil seguidores nas redes sociais

Eweline Rodrigues, conhecida como Diaba Loira, foi assassinada no Rio de Janeiro em meio a disputas entre facções do tráfico de drogas

Eweline Passos Rodrigues, de 28 anos, conhecida como “Diaba Loira”, era casada e tinha dois filhos (Foto: Reprodução)
0:00
Carregando...
0:00
  • Eweline Passos Rodrigues, conhecida como Diaba Loira, foi assassinada no Rio de Janeiro.
  • Ela tinha 28 anos e estava envolvida com o tráfico de drogas, tendo mudado de facção.
  • Em 2022, seu ex-marido foi absolvido em um caso de tentativa de feminicídio contra ela.
  • Seus perfis no TikTok mostravam sua vida no crime e interações com facções, além de críticas ao Comando Vermelho.
  • A Polícia Civil investiga o assassinato, que ocorreu em um contexto de rivalidade entre facções.

Os perfis de Eweline Passos Rodrigues, de 28 anos, conhecida como Diaba Loira, revelam uma trajetória marcada por violência e crime. Recentemente, ela foi assassinada no Rio de Janeiro, onde estava envolvida com o tráfico de drogas, após ter mudado de facção. Em 2022, seu ex-marido foi absolvido em um caso de tentativa de feminicídio contra ela.

Eweline tinha dois perfis no TikTok que retratavam momentos distintos de sua vida. Um deles, com apenas dois vídeos, mostrava sua vida familiar ao lado do ex-marido e dos filhos. O outro, com quase 70 mil seguidores, expunha sua rotina no tráfico, incluindo interações com facções criminosas. Em suas postagens, ela exibia tatuagens e fazia referências a líderes do tráfico, como Edgar Alves de Andrade, conhecido como Doca ou Urso, do Comando Vermelho, e atualmente ligada ao Terceiro Comando Puro.

A mudança de facção foi um tema recorrente em suas publicações. Em uma delas, Eweline criticou o Comando Vermelho, afirmando que os membros eram egoístas e não se preocupavam com a comunidade. Antes de se envolver com o tráfico, ela trabalhou como cobradora e alfaiate, com salários entre R$ 1.017 e R$ 1.346. Sua vida criminal começou a se intensificar após uma prisão em maio de 2023, quando foi flagrada com cocaína.

A Polícia Civil investiga o assassinato de Eweline, que ocorreu em um contexto de rivalidade entre facções. A trajetória dela, marcada por violência e crime, reflete a complexidade do tráfico de drogas no Brasil e os riscos enfrentados por aqueles que se envolvem nesse mundo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais