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Reforma administrativa de Hugo Motta apresenta três novas propostas para o país

Câmara dos Deputados pode votar reforma administrativa em setembro, visando modernização da gestão pública e combate a privilégios

O presidente da Câmara, Hugo Motta, durante votação da urgência para projeto que derruba o decreto de aumento do IOF - 16/06/2025 (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados/Divulgação)
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  • O relator da reforma administrativa, deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), anunciou a apresentação de três projetos na Câmara dos Deputados nesta segunda-feira, 18.
  • As propostas incluem uma Proposta de Emenda à Constituição, um projeto de lei complementar e um projeto de lei ordinária.
  • O objetivo da reforma é modernizar a gestão pública e aumentar a eficiência do Estado, sem focar no ajuste das contas públicas.
  • Os projetos abordam quatro eixos principais: estratégia, governo e gestão; transformação digital; profissionalização e recursos humanos públicos; e combate aos privilégios.
  • A votação pode ocorrer em setembro, dependendo do consenso entre os parlamentares, e não prevê a redução do tamanho do Estado nem o corte de direitos dos servidores.

O relator da reforma administrativa, deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), anunciou que três projetos serão apresentados na Câmara dos Deputados nesta segunda-feira, 18. As propostas incluem uma Proposta de Emenda à Constituição, um projeto de lei complementar e um projeto de lei ordinária. O objetivo central da reforma é modernizar a gestão pública e aumentar a eficiência do Estado, sem focar no ajuste das contas públicas.

Os projetos abordam quatro eixos principais: estratégia, governo e gestão; transformação digital; profissionalização e recursos humanos públicos; e combate aos privilégios. Essa reforma é uma das prioridades do presidente da Câmara, Hugo Motta, que busca deixar sua marca na gestão, assim como seus antecessores fizeram com reformas tributária e previdenciária.

A votação dos projetos pode ocorrer já em setembro, dependendo do consenso entre os parlamentares. Importante ressaltar que as propostas não preveem a redução do tamanho do Estado nem o corte de direitos dos servidores, medidas que têm enfrentado resistência do governo federal. A expectativa é que a reforma traga mudanças significativas na estrutura administrativa, promovendo uma gestão mais eficiente e moderna.

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