- A convenção conjunta entre o União Brasil e o Progressistas (PP) oficializou a criação da federação partidária União Progressista em 19 de agosto de 2025.
- A nova aliança terá 15 senadores e 109 deputados federais, tornando-se a maior bancada do Congresso.
- A federação terá acesso a quase R$ 1 bilhão em recursos públicos para campanhas eleitorais.
- Os líderes da federação, Ciro Nogueira e Antonio de Rueda, discutem candidaturas para as eleições de 2026, incluindo o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
- Durante a convenção, houve críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a federação se posicionando como uma força da centro-direita no Brasil.
Uma convenção conjunta entre o União Brasil e o Progressistas (PP) oficializou, nesta terça-feira (19), a criação da federação partidária União Progressista. O evento, que ocorreu após meses de negociações, também aprovou o estatuto que guiará a nova aliança, a qual será registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nos próximos dias. Com essa estrutura, a federação contará com 15 senadores e 109 deputados federais, tornando-se a maior bancada do Congresso.
Os líderes da federação afirmam que a aliança terá um papel crítico em relação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O presidente do PP, Ciro Nogueira, e o do União Brasil, Antonio de Rueda, já discutem possíveis candidaturas para as eleições de 2026, com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como um pré-candidato. Nogueira também defende a possibilidade de apoiar Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, para a presidência.
Impacto Político
A nova federação terá acesso a quase R$ 1 bilhão em recursos públicos para campanhas, o que representa uma significativa fatia do fundo de financiamento. O estatuto prevê que as candidaturas para presidente e vice serão decididas pela direção nacional da aliança, com a presidência sendo compartilhada entre Rueda e Nogueira até o final de 2025. A federação também inclui sete governadores, aumentando sua influência política.
Durante a convenção, discursos criticaram o governo Lula, com Caiado afirmando que a federação busca “libertar o Brasil das garras do PT”. A nova aliança é vista como um movimento importante para fortalecer a centro-direita no Brasil, refletindo uma dinâmica política que pode impactar as eleições futuras. A federação é a terceira a ser formalizada desde a implementação das novas regras de alianças no Congresso, que incentivam a formação de grupos mais coesos.
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