- Carlos Viana, senador por Minas Gerais, foi eleito presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 25 de outubro.
- Viana já expressou descontentamento com Jair Bolsonaro e apoia bandeiras da extrema direita, como a anistia a golpistas e o impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
- Conhecido como “Datena mineiro”, Viana tem uma carreira anterior na mídia como apresentador de programas policiais.
- Ele se elegeu senador em 2018 pelo Partido Humanista da Solidariedade (PHS) e já passou por quatro partidos, atualmente no Podemos.
- Viana anunciou sua intenção de concorrer à reeleição em 2026, apesar de tentativas frustradas em eleições anteriores.
O senador Carlos Viana (Podemos-MG) foi eleito presidente da CPI do INSS nesta quarta-feira, 25 de outubro. Viana, que já manifestou descontentamento com Jair Bolsonaro, apoia bandeiras da extrema direita, como a anistia a golpistas e o impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
Conhecido como “Datena mineiro”, Viana construiu sua carreira na mídia antes de entrar na política, sendo apresentador de programas policiais. Ele se elegeu senador em 2018 pelo PHS, aproveitando a onda bolsonarista, mas sua trajetória política tem sido marcada por mudanças de partido e tentativas frustradas em eleições subsequentes.
Em 2022, o senador tentou a candidatura ao governo de Minas Gerais e, em 2024, concorreu à prefeitura de Belo Horizonte, obtendo apenas 1% dos votos. Durante sua campanha, Viana criticou Bolsonaro, afirmando que o ex-presidente “não cumpre tratos”. Ele também buscou associar sua imagem ao coach Pablo Marçal, que disputava a eleição em São Paulo.
Mudanças Partidárias e Futuro Político
Nos últimos seis anos, Viana passou por quatro partidos, começando pelo PHS, seguido por PSD e PL, até se filiar ao Podemos. Atualmente, ele é líder da bancada evangélica no Senado e já anunciou sua intenção de concorrer à reeleição em 2026. Em declarações recentes, Viana afirmou que Bolsonaro “já deu o que tinha que dar” e que a direita precisa “buscar uma nova saída”.
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