- O Itamaraty solicitou um novo visto para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, após a revogação do visto de sua família pelo governo dos Estados Unidos.
- O pedido foi enviado à embaixada americana em 19 de setembro e é essencial para a participação do ministro em eventos internacionais.
- Padilha enfrenta a proibição de obter um novo visto devido à sua ligação com o programa Mais Médicos, que trouxe médicos cubanos ao Brasil.
- Ele deve participar da reunião da Organização Pan-Americana de Saúde em Washington, marcada para 29 de setembro, e da Assembleia Geral da ONU em Nova York, que começa em 23 de setembro.
- O ministro criticou a suspensão do visto de sua filha, questionando a lógica de considerar uma criança uma ameaça ao governo americano.
O Itamaraty solicitou um novo visto para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, após a revogação do visto de sua esposa e filha pelo governo dos Estados Unidos. O pedido foi encaminhado à embaixada americana na terça-feira, 19, e é crucial para a participação do ministro em eventos internacionais.
Padilha, que não teve seu visto revogado diretamente, enfrenta a proibição de obter um novo visto devido à sua associação com o programa Mais Médicos, que trouxe médicos cubanos para áreas remotas do Brasil. A necessidade do novo visto se intensificou após convites para dois eventos importantes nos EUA: a reunião da Organização Pan-Americana de Saúde, marcada para 29 de setembro em Washington, e a Assembleia Geral da ONU, que começa em 23 de setembro em Nova York.
O ministro expressou indignação em relação à suspensão do visto de sua filha, chamando a ação de “covarde”. Ele questionou o motivo pelo qual uma criança de dez anos seria considerada uma ameaça ao governo americano. O pedido de visto do Itamaraty se baseia no Acordo de Sede, que garante a entrada de convidados para eventos multilaterais.
As tensões entre Brasil e EUA aumentaram com as recentes ações do governo Trump, que têm impactado diretamente a família de Padilha. O ministro está programado para discursar em ambas as reuniões, destacando a importância de sua presença em discussões sobre saúde pública e doenças crônicas.
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