- A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, defendeu a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que limitou imposições estrangeiras no Brasil.
- A declaração ocorreu após a queda das ações de bancos brasileiros, que, segundo a ministra, é resultado do “Custo Bolsonaro”.
- No dia 19 de setembro, as ações do Banco do Brasil caíram 6,03%, enquanto o Santander perdeu 4,88%. Itaú e Bradesco também registraram quedas.
- Gleisi atribuiu a crise financeira a decisões políticas da gestão de Jair Bolsonaro, que se aliou a Donald Trump.
- A decisão de Dino visa proteger a soberania nacional e o sistema financeiro brasileiro.
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, defendeu a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que limitou a validade de imposições estrangeiras no Brasil. A declaração ocorreu após uma queda significativa nas ações de bancos brasileiros, que, segundo a ministra, é resultado do que ela chamou de “Custo Bolsonaro”.
Na terça-feira, 19 de setembro, as ações do Banco do Brasil caíram 6,03%, enquanto o Santander perdeu 4,88%. O Itaú e o Bradesco também enfrentaram quedas de 3,84% e 3,43%, respectivamente. Gleisi atribuiu a crise financeira à influência de decisões políticas anteriores, especialmente durante a gestão de Jair Bolsonaro, que, segundo ela, se aliou a Donald Trump.
Decisão de Flávio Dino
A decisão de Dino, assinada na terça-feira, esclareceu que não haveria validade imediata no Brasil para determinações judiciais e leis de outros países. Embora não mencione diretamente a Lei Magnitsky, a medida visa proteger a soberania nacional e os bancos que operam no Brasil. Gleisi afirmou que a ação de Dino é uma defesa das leis brasileiras e do sistema financeiro nacional.
A ministra criticou a especulação em torno das ações dos bancos, afirmando que essa instabilidade é uma consequência da política externa adotada por Bolsonaro. “Quem agrediu o sistema financeiro no Brasil foi Donald Trump, provocado por Jair Bolsonaro e seu filho Eduardo,” destacou Gleisi em suas redes sociais. A situação atual reflete a continuidade de desafios econômicos que o governo Lula enfrenta desde o início de sua gestão.
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