- Os Estados Unidos enviaram três destróieres e quatro mil soldados para a costa da Venezuela.
- A operação, anunciada pelo presidente Donald Trump, visa combater o narcotráfico, com acusações contra o presidente Nicolás Maduro.
- Em resposta, Maduro mobilizou quatro milhões e quinhentos mil milicianos, afirmando que a Venezuela defenderá sua soberania.
- A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que Trump está disposto a usar “toda a força” americana contra o governo de Maduro.
- A recompensa por informações que levem à captura de Maduro foi aumentada para cinquenta milhões de dólares.
Os Estados Unidos intensificaram sua presença militar na Venezuela, enviando três destróieres e 4 mil soldados para a costa do país. A operação, anunciada pelo presidente Donald Trump, visa combater o narcotráfico na região, onde o governo americano acusa o presidente Nicolás Maduro de liderar um cartel internacional de drogas.
Em resposta, Maduro mobilizou 4,5 milhões de milicianos da Milícia Bolivariana, afirmando que a Venezuela está pronta para defender sua soberania. Durante um discurso televisionado, ele declarou que o país não permitirá que “impérios” toquem seu solo sagrado. A mobilização ocorre em um contexto de crescente tensão entre os dois países, que romperam relações diplomáticas em 2019.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, destacou que Trump está preparado para usar “toda a força” americana contra o regime de Maduro, considerado um “cartel narcoterrorista”. A recompensa por informações que levem à captura de Maduro foi elevada para US$ 50 milhões, refletindo as acusações de narcotráfico e conspiração.
Mobilização Militar
Os destróieres USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson, equipados com mísseis guiados, devem se aproximar da costa venezuelana nesta semana. A operação é parte de uma estratégia mais ampla dos EUA para combater cartéis de drogas na América Latina, que inclui o uso de forças armadas em ações diretas.
Maduro, por sua vez, enfatizou a importância das milícias na defesa do país, afirmando que elas estão “preparadas, ativadas e armadas”. Além disso, o governo venezuelano suspendeu temporariamente a operação de drones em seu espaço aéreo, como medida de segurança.
A situação permanece volátil, com analistas sugerindo que os EUA podem apoiar ações internas contra o governo de Maduro. A escalada militar reflete um histórico de desconfiança entre os dois países e a busca dos EUA por uma maior influência na região.
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