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Mulher de sertanejo Diego é detida por suposto envolvimento com o PCC

Jaqueline Amaral, ex-companheira de líder do PCC, é presa por suspeita de lavagem de dinheiro e movimentação ilegal de R$ 3 milhões

Jaqueline Amaral é acusada de ter lavado quase R$ 3 milhões para o Primeiro Comando da Capital (Foto: @jack_amaral no Instagram)
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  • Jaqueline Maria Afonso Amaral, ex-companheira de um dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC), foi presa em operação da Polícia Federal em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, nesta quinta-feira, 21 de agosto de 2025.
  • Ela é suspeita de movimentar quase R$ 3 milhões entre 2018 e 2022 para lavagem de dinheiro da facção criminosa.
  • A operação, chamada Fruto Envenenado, resultou na apreensão de celulares, munições e veículos, além do bloqueio judicial de mais de R$ 2,7 milhões.
  • Jaqueline foi casada por duas décadas com Júlio César Guedes de Morais, conhecido como Julinho Carambola, um dos principais líderes do PCC.
  • A defesa de Jaqueline negou envolvimento em atividades criminosas e afirmou que ela colaborou com as autoridades, entregando seu celular e senhas de acesso.

A empresária Jaqueline Maria Afonso Amaral, ex-companheira de um dos líderes do PCC, foi presa em uma operação da Polícia Federal em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, nesta quinta-feira (21). Ela é suspeita de movimentar quase R$ 3 milhões entre 2018 e 2022 para lavagem de dinheiro da facção criminosa. A operação, chamada Fruto Envenenado, resultou na apreensão de celulares, munições e veículos, além do bloqueio judicial de mais de R$ 2,7 milhões.

Jaqueline, que foi casada por duas décadas com Júlio César Guedes de Morais, conhecido como Julinho Carambola, é considerada uma figura central na investigação. Julinho é apontado como um dos principais líderes do PCC e está ligado a crimes de grande repercussão, incluindo o assassinato de um juiz em 2003. Nos últimos anos, Jaqueline se dedicou à carreira de empresária de artistas sertanejos e iniciou um relacionamento com o cantor Diego Barros, da dupla Henrique & Diego, em 2021.

Durante as buscas, a Polícia Federal encontrou evidências que indicam o uso de contas bancárias em nome de familiares e amigos para ocultar a origem ilícita dos recursos. A defesa de Jaqueline afirmou que ela ficou surpresa com a operação e negou qualquer envolvimento em atividades criminosas. Os advogados destacaram que ela se afastou de seu ex-marido há anos e que mantém negócios legais.

A empresária colaborou com as autoridades, entregando seu celular e senhas de acesso, e pretende se manifestar mais detalhadamente assim que tiver acesso ao processo. A investigação continua, com a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado apurando os desdobramentos do caso.

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