- Jack White, ex-integrante do The White Stripes, criticou Donald Trump pela reforma do Salão Oval, chamando-a de vulgar e repugnante.
- O músico comparou a decoração do espaço a um camarim de lutador profissional e fez referência ao filme “Idiocracia”.
- White questionou o gosto de Trump e expressou sua indignação sobre a vergonha que isso representa para a história americana.
- O diretor de comunicações da Casa Branca, Steven Cheung, respondeu chamando White de perdedor decadente e insinuou que sua carreira estaria estagnada.
- White rebateu os insultos, afirmando que a resposta da Casa Branca foi desproporcional e ironizou a situação, agradecendo pela “gravura da minha lápide”.
Jack White, ex-integrante do The White Stripes, voltou a criticar Donald Trump após processá-lo pelo uso não autorizado da música “Seven Nation Army” em sua campanha eleitoral. O músico expressou sua indignação em relação à reforma do Salão Oval, chamando-a de “vulgar e repugnante”.
Em uma postagem nas redes sociais, White compartilhou uma imagem de Trump em reunião com o presidente ucraniano Volodymyr Zelenski, destacando a decoração dourada do espaço. Ele afirmou que a Casa Branca foi transformada em um “camarim de um lutador profissional” e comparou a situação ao filme “Idiocracia”. White também questionou o gosto de Trump, insinuando que ninguém compraria um carro usado dele e criticou a vergonha que isso representa para a história americana.
As declarações de White provocaram uma resposta do diretor de comunicações da Casa Branca, Steven Cheung. Em entrevista ao Daily Beast, Cheung chamou White de “perdedor decadente” e disse que o músico não consegue apreciar a importância do Salão Oval. Ele também insinuou que a carreira de White estaria estagnada, o que o levaria a postar críticas nas redes sociais.
White não deixou a provocação passar em branco e rebateu, afirmando que os comentários sobre a decoração foram o que realmente levaram a Casa Branca a responder com insultos. Ele questionou a sensibilidade do governo e ironizou a situação, agradecendo pela “gravura da minha lápide”. A troca de farpas entre o músico e a equipe de Trump destaca a tensão contínua entre figuras da cultura pop e a política americana.
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