- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, criticou os Estados Unidos em evento do Partido dos Trabalhadores (PT) em Brasília no dia 23 de agosto.
- Ele afirmou que o governo do presidente Donald Trump é “temporário” e que o Brasil não deve ser subserviente a nenhuma nação.
- Haddad denunciou ações de grupos de extrema direita no Brasil, afirmando que eles buscam desestabilizar o país.
- O ministro defendeu o desenvolvimento da inteligência artificial no Brasil, destacando que 60% dos dados dos cidadãos são processados no exterior.
- Ele reiterou a importância de manter uma postura soberana nas relações internacionais, buscando parcerias com todos os países.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, criticou os Estados Unidos durante um evento do Partido dos Trabalhadores (PT) em Brasília, no último sábado, 23. Ele afirmou que o governo do presidente Donald Trump é “temporário” e que o Brasil não deve ser subserviente a nenhuma nação. Haddad destacou que Brasil e Estados Unidos são “Estados nacionais permanentes” e que o país não pode ser um “quintal” para ninguém.
O ministro também denunciou ações de grupos de extrema direita no Brasil, que, segundo ele, buscam desestabilizar o país. “Essa atitude hostil nos surpreendeu pela ação de grupos de extrema-direita brasileiros que, de patrióticos, não têm absolutamente nada”, afirmou. Ele criticou a tentativa de reabilitar a extrema direita no Brasil, que, segundo ele, visa “livrar a cara dos golpistas”.
Desenvolvimento da Inteligência Artificial
Além das críticas, Haddad defendeu a importância do desenvolvimento da inteligência artificial no Brasil. Ele ressaltou que 60% dos dados de cidadãos brasileiros são processados no exterior e que é necessário promover políticas que estimulem o crescimento de empresas brasileiras nesse setor. O ministro enfatizou a necessidade de garantir que os dados sejam processados internamente.
Haddad também mencionou o trabalho do vice-presidente Geraldo Alckmin nas negociações sobre tarifas de importação com os Estados Unidos. Ele reiterou que o Brasil deve manter uma postura soberana nas relações internacionais, sem escolher parceiros, mas buscando ser parceiro de todos.
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