- Dois homens foram presos em Cali, Colômbia, após atentados que deixaram 19 mortos e dezenas de feridos.
- Os suspeitos, Walter Esteban Yonda Ipía e Carlos Steven Obando, foram detidos enquanto transportavam explosivos para a Escola de Aviação Militar Marco Fidel Suárez.
- O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, responsabilizou a dissidência Estado Maior Central (EMC) pelos ataques, embora o grupo não tenha reivindicado a autoria.
- O presidente da República, Gustavo Petro, pediu que dissidências e o Clã do Golfo sejam classificados como organizações terroristas.
- Outro atentado em Amalfi, próximo a Medellín, resultou na morte de 13 policiais, aumentando as críticas ao governo pela escalada da violência no país.
Dois homens foram presos em Cali, Colômbia, após atentados que resultaram em 19 mortos e dezenas de feridos. Walter Esteban Yonda Ipía e Carlos Steven Obando são suspeitos de transportar caminhões com explosivos para a Escola de Aviação Militar Marco Fidel Suárez, onde ocorreram os ataques. O Ministério Público informou que eles foram detidos em flagrante, impedidos pela comunidade de escapar, e devem enfrentar acusações formais em breve.
O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, atribuiu a responsabilidade ao Estado Maior Central (EMC), uma dissidência das Farc, que não reivindicou a autoria do ataque. O presidente Gustavo Petro comparou o líder do grupo, Iván Mordisco, a Pablo Escobar, e pediu que as dissidências e o Clã do Golfo sejam classificados como organizações terroristas. A violência no país tem aumentado, desafiando os esforços do governo para implementar a Paz Total após os acordos de 2016.
Além do ataque em Cali, outro atentado em Amalfi, próximo a Medellín, resultou na morte de 13 policiais. O ataque foi realizado por uma facção dissidente do EMC, que utilizou fuzis e um drone. O presidente Petro, que prometeu pacificação, enfrenta críticas pela escalada da violência, que já deixou mais de 40 feridos em junho. A situação se agrava, com o governo oferecendo recompensas para capturar os responsáveis pelos atentados.
Entre na conversa da comunidade