- O policial civil Mayson Viana de Freitas, de 38 anos, foi assassinado a tiros na delegacia de Laranjal do Jari, Amapá, durante a apresentação do suspeito Lucas de Souza Nonato, em 22 de setembro.
- Após o crime, Lucas fez uma família refém em uma residência local e se barricou por 17 horas.
- Ele transmitiu ao vivo nas redes sociais, afirmando que os reféns estavam bem e exigindo um colete à prova de balas para se entregar.
- A operação de resgate envolveu a Polícia Militar, a Coordenação de Operações e Recursos Especiais e o Grupo Tático Aéreo, com negociações lideradas pelo Capitão Alan Miranda.
- Mayson deixou uma esposa grávida de cinco meses, e a situação gerou grande comoção na comunidade local.
Um policial civil, Mayson Viana de Freitas, de 38 anos, foi assassinado a tiros na delegacia de Laranjal do Jari, Amapá, durante a apresentação do suspeito Lucas de Souza Nonato na tarde de sexta-feira, 22 de setembro. O crime ocorreu enquanto Mayson realizava a apresentação do acusado, que posteriormente fez uma família refém em uma residência local.
Após o homicídio, Lucas se barricou em uma casa, mantendo os reféns por 17 horas. Durante esse período, ele fez uma transmissão ao vivo nas redes sociais, afirmando que os reféns estavam bem e exigindo um colete à prova de balas como condição para se entregar. A situação se desenrolou até a manhã de sábado, 23 de setembro, quando uma menina de 10 anos foi libertada, seguida pela mãe da criança, uma hora depois.
Negociações e Prisão
A operação de resgate envolveu diversas equipes, incluindo a Polícia Militar, a Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE) e o Grupo Tático Aéreo (GTA). O Capitão Alan Miranda, do Batalhão de Operações Especiais (Bope), liderou as negociações, que se tornaram a mais longa já conduzida pela unidade. O delegado geral Cezar Vieira detalhou os procedimentos adotados após o assassinato e a estratégia que levou à prisão do suspeito.
O policial Mayson deixou uma esposa grávida de cinco meses. O crime e a subsequente situação de reféns geraram grande comoção na comunidade local, que se mobilizou em apoio à família do policial. A residência onde Lucas se encontrava foi isolada e cercada pelas forças de segurança, garantindo a segurança dos reféns e a resolução pacífica da situação.
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