- O Partido dos Trabalhadores (PT) anunciou a nova comissão executiva nacional, com Edinho Silva como presidente.
- O foco do partido é a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a oposição ao ex-presidente americano Donald Trump.
- A nova executiva tem 14 dos 26 integrantes da corrente interna Construindo um Novo Brasil (CNB).
- O PT criticou Trump em uma resolução, caracterizando sua política como fascista e destacando ações como a deportação de imigrantes.
- O partido planeja mobilizações para o 7 de Setembro, com um plebiscito sobre pautas econômicas e a defesa da democracia.
BRASÍLIA — O Partido dos Trabalhadores (PT) anunciou, neste sábado, 23, a nova comissão executiva nacional, com Edinho Silva na presidência. O foco do partido é a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a oposição ao ex-presidente americano Donald Trump, que foi criticado em uma resolução aprovada durante a reunião.
A nova executiva é composta majoritariamente por membros da corrente interna Construindo um Novo Brasil (CNB), com 14 dos 26 integrantes. Entre os principais cargos, destacam-se Gleide Andrade na Secretaria de Finanças e Planejamento e cinco vice-presidentes, todos homens. A composição reflete acordos internos e a necessidade de manter a diversidade de correntes dentro do partido.
A resolução aprovada caracteriza a política de Trump como fascista, citando ações como a deportação de imigrantes e o apoio a movimentos extremistas na Europa. Edinho Silva afirmou que o governo Trump representa uma ameaça à soberania nacional e que o PT está em uma disputa prolongada contra o fascismo.
Mobilizações e Pautas
O PT planeja mobilizações para o 7 de Setembro, com o tema central sendo a defesa da democracia e da soberania. A estratégia inclui um plebiscito popular sobre pautas econômicas, como a taxação dos super-ricos e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais por mês.
Além disso, a resolução critica a possibilidade de anistia para bolsonaristas envolvidos nos eventos de 8 de Janeiro e propõe a reconstrução do fórum permanente do PT da Amazônia Legal durante a COP30. O partido também defende a regulação das plataformas digitais, que está em discussão na esfera federal.
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