- Diogo da Silva Marques, conhecido como Diogo Marley, foi preso na noite de sexta-feira, 22 de agosto, no Rio de Janeiro.
- Ele é acusado de ser o mandante da tentativa de execução de uma mulher de 36 anos, baleada 13 vezes em frente à família em Jardim Sulacap, na quarta-feira, 20 de agosto.
- A vítima, que estava prestes a sair de casa, permanece internada em estado gravíssimo.
- Diogo, que atuava como agiota, pressionava a mulher por uma dívida e fez ameaças antes do ataque.
- A polícia investiga sua participação direta no crime e busca identificar outros envolvidos.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, na noite de sexta-feira (22), Diogo da Silva Marques, conhecido como Diogo Marley, por ser o mandante da tentativa de execução de uma mulher de 36 anos. O ataque ocorreu em Jardim Sulacap, na Zona Oeste, na última quarta-feira (20), quando a vítima foi baleada 13 vezes em frente à família.
A mulher, que estava prestes a sair de casa com o marido e as filhas, foi surpreendida por um atirador que desceu de um carro preto e disparou contra ela. Baleada em estado gravíssimo, a vítima permanece internada. As investigações da 33ª DP (Realengo) revelam que Diogo atuava como agiota e pressionava a mulher para o pagamento de uma dívida. Mesmo após alguns pagamentos, ele decidiu que a única solução seria matá-la.
O delegado Flavio Rodrigues informou que Diogo fez ameaças à vítima, especialmente na véspera do crime, quando disse que, se o dinheiro não fosse depositado até as 11h, ela “receberia visitas”. Na delegacia, Diogo admitiu ter emprestado dinheiro à mulher e a ameaçado, mas negou ter ordenado a execução. Ele foi detido enquanto trabalhava como fotógrafo assistente nos Estúdios Globo, que o desligou após a prisão.
Investigação em Andamento
Imagens de câmeras de segurança mostraram o momento do ataque, quando o atirador se aproximou e disparou, inclusive abrindo a porta do carro da vítima para atirar mais vezes. A polícia agora investiga a participação direta de Diogo no crime e busca identificar outros envolvidos. O delegado Rodrigues destacou que a investigação se concentra em descobrir outros possíveis comparsas e vítimas que possam ter sofrido ameaças por parte de Diogo.
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