- Julio César Chávez Jr. foi acusado de envolvimento com o crime organizado por contrabando de armas para o México.
- A acusação está relacionada ao Cartel de Sinaloa.
- Um juiz do estado de Sonora decidiu que ele será julgado em liberdade, mas não pode deixar o país.
- Chávez Jr. participou da audiência de forma virtual, enquanto estava detido em um centro de reintegração social em Hermosillo.
- Se condenado, ele pode enfrentar uma pena de quatro a oito anos de prisão.
Julio César Chávez Jr., filho do icônico boxeador mexicano, enfrenta novas complicações legais. Neste sábado, ele foi acusado de envolvimento com o crime organizado por contrabando de armas para o México, em uma investigação relacionada ao Cartel de Sinaloa. Um juiz do estado de Sonora decidiu que o pugilista será julgado em liberdade, mas com a proibição de deixar o país.
Chávez Jr. participou da audiência de forma virtual, enquanto estava detido no Centro Federal de Reintegração Social em Hermosillo, após ser deportado dos Estados Unidos. O magistrado concedeu um prazo de três meses para a investigação complementar. O advogado do boxeador, Rubén Benítez Álvarez, afirmou que as acusações são baseadas em “especulações” e “lendas urbanas”.
Se condenado, Chávez Jr. poderá enfrentar uma pena de quatro a oito anos de prisão. O pugilista, de 39 anos, já havia sido preso em julho por fornecer informações fraudulentas em seu pedido de residência permanente nos EUA, poucos dias após uma luta contra Jake Paul.
A situação do boxeador levanta preocupações sobre sua carreira e futuro, enquanto ele tenta lidar com as consequências legais de suas ações.
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