- Virginia Giuffre, acusadora de Jeffrey Epstein, terá sua autobiografia póstuma, “Nobody’s Girl”, lançada em 21 de outubro.
- O livro, escrito em colaboração com a jornalista Amy Wallace, aborda suas experiências com Epstein e sua luta por justiça.
- Giuffre se suicidou em abril de 2023 e desejava que a obra fosse publicada independentemente das circunstâncias.
- O manuscrito de 400 páginas foi finalizado enquanto ela estava hospitalizada após um acidente grave.
- O livro não contém alegações contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas traz novos detalhes sobre sua interação com Epstein e outras figuras, incluindo o príncipe Andrew.
Virginia Giuffre, uma das principais acusadoras de Jeffrey Epstein, terá sua autobiografia póstuma, “Nobody’s Girl”, lançada em 21 de outubro. A obra, que explora suas experiências com Epstein e sua luta por justiça, foi escrita em colaboração com a jornalista Amy Wallace. A editora Alfred A. Knopf anunciou a publicação, destacando a importância do conteúdo para conscientizar sobre o tráfico de pessoas.
Giuffre, que se suicidou em abril de 2023, havia expressado seu desejo de que o livro fosse lançado independentemente das circunstâncias. Em um e-mail enviado à autora, ela afirmou que a obra poderia impactar muitas vidas e promover discussões sobre injustiças. O manuscrito de 400 páginas foi finalizado enquanto ela estava hospitalizada após um acidente grave.
O livro não traz alegações de abuso contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas inclui novos detalhes sobre sua interação com Epstein, Ghislaine Maxwell e figuras como o príncipe Andrew. Este último, que sempre negou as acusações de Giuffre, foi mencionado pela primeira vez desde um acordo extrajudicial em 2022.
Virginia Giuffre se destacou por expor a rede de tráfico sexual de Epstein, afirmando ter sido explorada desde a adolescência. Em 2021, ela processou o príncipe Andrew, alegando abuso quando tinha apenas 17 anos. O caso resultou em um acordo financeiro, mas os valores nunca foram divulgados. A publicação de “Nobody’s Girl” promete trazer à tona questões cruciais sobre o sistema que permite tais abusos.
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