- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou a interferência dos Estados Unidos na soberania brasileira durante reunião com ministros em Brasília, no dia 26 de agosto.
- Lula chamou o governo norte-americano de “imperador do planeta Terra” e afirmou que o Brasil possui legislação e constituição que devem ser respeitadas.
- Ele destacou que qualquer violação do espaço aéreo ou marítimo brasileiro será cobrada.
- O presidente também atacou a atuação de Eduardo Bolsonaro (PL) nos Estados Unidos, classificando-a como “maior traição à pátria da história”.
- Lula pediu a formação de uma “frente de batalha política” para combater essa situação e reforçar a soberania nacional.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar a interferência dos Estados Unidos na soberania brasileira durante uma reunião com ministros em Brasília, nesta terça-feira, 26. Lula afirmou que o governo norte-americano age como um “imperador do planeta Terra”, desafiando a autonomia do Brasil. Ele destacou que o país possui uma legislação e uma constituição que devem ser respeitadas, afirmando que qualquer violação de seu espaço aéreo ou marítimo será cobrada.
O presidente também se mostrou aberto ao diálogo com o governo de Donald Trump, desde que as conversas sejam pautadas por igualdade. “Não aceitamos ser tratados como subalternos”, declarou Lula, enfatizando a importância de relações cordiais, mas sem tolerância à “petulância”. Ele pediu aos ministros que reforcem a soberania brasileira em suas falas, ressaltando que o Brasil busca respeito no cenário internacional.
Críticas ao Clã Bolsonaro
Além das críticas a Trump, Lula aproveitou a ocasião para atacar a atuação de Eduardo Bolsonaro (PL) nos Estados Unidos, chamando-a de “maior traição à pátria da história”. O presidente afirmou que o deputado está insuflando o ódio contra o Brasil e que sua postura é inaceitável. “Um cidadão que já deveria ter sido expulso da Câmara dos Deputados”, afirmou Lula, pedindo a formação de uma “frente de batalha política” para lidar com a situação.
Lula classificou a postura de Eduardo como uma negação da pátria, ressaltando que ele está adotando os EUA como sua nova nação. O presidente concluiu que essa traição deve ser combatida para garantir o respeito ao Brasil no cenário internacional, convocando seus ministros a se unirem em defesa da soberania nacional.
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