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Grupo é responsável por ataques de swatting em universidades dos EUA

Grupo Purgatory aumenta tarifas de swatting e arrecada $100 mil em chamadas falsas, enquanto a FBI intensifica investigações sobre os crimes

Foto: Reprodução
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  • O grupo Purgatory, ativo em plataformas como Telegram e Discord, está envolvido em uma série de swatting e outras atividades criminosas.
  • Desde 21 de agosto, o grupo arrecadou cerca de $100 mil com chamadas falsas, aumentando os preços de seus serviços.
  • O custo de um ataque a escolas subiu para $95, enquanto ameaças a hospitais e empresas variam de $20 a $50.
  • Aproximadamente doze universidades foram alvo de chamadas de emergência falsas, levando a investigações pela FBI (Federal Bureau of Investigation).
  • Um dos co-líderes do grupo, conhecido como Gores, afirmou que não teme as consequências e que a onda de swatting continuará.

O grupo Purgatory, ativo em plataformas como Telegram e Discord, está no centro de uma onda de swatting e outras atividades criminosas. Desde 21 de agosto, o grupo tem realizado chamadas falsas, arrecadando cerca de 100 mil dólares. As tarifas para esses serviços aumentaram significativamente, com o custo de um ataque a escolas subindo para 95 dólares.

Os membros do Purgatory oferecem uma variedade de serviços, incluindo ameaças falsas a hospitais e empresas, com preços que variam de 20 a 50 dólares. Além disso, o grupo está associado a uma subcultura conhecida como 764, que é acusada de extorsão, doxing e até mesmo crimes violentos. Desde o início da atual onda de swatting, aproximadamente doze universidades foram alvo de chamadas de emergência falsas, levando algumas a emitir alertas repetidos.

A FBI está investigando o aumento desses incidentes, destacando que essas ações colocam vidas em risco e drenam recursos das forças de segurança. Um porta-voz da Universidade do Colorado Boulder confirmou que o incidente está sob investigação, em colaboração com agências federais.

Os membros do Purgatory têm se mostrado desafiadores em relação à investigação. Um dos co-líderes, conhecido como Gores, afirmou que não teme as consequências e que a onda de swatting continuará. Pesquisadores que monitoram o grupo relataram que, em algumas situações, conseguiram alertar as instituições sobre as chamadas falsas antes que a polícia chegasse.

A situação é alarmante, pois o grupo não apenas se vangloria de suas ações, mas também parece estar se organizando para realizar mais ataques. A FBI enfatizou a seriedade das ameaças, afirmando que a disseminação de informações falsas sobre ameaças à vida é um crime que pode ter consequências severas.

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