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Quadrilha com laços ao PCC usava jet ski para logística em esquema criminoso

Polícia Civil desmantela quadrilha que lavava dinheiro do tráfico por meio de apostas online e transações digitais em Minas Gerais

Na casa do suposto chefe do bando de traficantes havia uma moto aquática na piscina. (Foto: Reprodução/TV Globo)
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  • A Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou a Operação Harpia em 27 de agosto de 2025.
  • A ação prendeu quatro pessoas ligadas a uma quadrilha de tráfico de drogas com vínculos ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
  • A investigação começou em dezembro de 2024, após a prisão de uma mulher com cinco quilos de pasta-base de cocaína.
  • Os presos foram capturados em Juiz de Fora, Esmeraldas, Pirapora e Belo Horizonte. O líder da quadrilha, de 43 anos, foi detido na capital mineira.
  • O grupo utilizava apostas online e transações via Pix para lavar dinheiro do tráfico.

A Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou a Operação Harpia nesta quarta-feira, 27, visando desmantelar uma quadrilha envolvida no tráfico de drogas, com vínculos ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A ação resultou na prisão de quatro indivíduos, enquanto outros dois já estavam detidos por crimes anteriores. Um dos procurados faleceu em agosto e quatro continuam foragidos.

A investigação teve início em dezembro de 2024, após a prisão de uma mulher transportando cinco quilos de pasta-base de cocaína de São Paulo para Belo Horizonte. A análise do celular dela revelou a conexão com uma rede de tráfico que operava entre Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e o Paraguai.

Detalhes da Operação

Os quatro presos foram capturados em diferentes cidades: Juiz de Fora, Esmeraldas, Pirapora e Belo Horizonte. O líder da quadrilha, um homem de 43 anos, foi detido na capital mineira, onde a polícia apreendeu uma moto aquática em sua residência. Ele é acusado de atuar como receptador e transportador de drogas.

A Polícia Civil esclareceu que, embora a quadrilha tenha ligações com o PCC, não se trata de um braço da facção em Minas. O delegado Davi Moraes afirmou que existe um acordo de logística entre eles para o transporte e venda de drogas. Para lavar o dinheiro do tráfico, o grupo utilizava apostas online, transações via Pix e contas em nome de laranjas, além de documentos falsos para visitas a presídios.

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