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Brasileiros demonstram apoio à regulação das redes sociais, revela AtlasIntel

Apoio à regulamentação das redes sociais no Brasil atinge o menor nível em meses, enquanto novas leis buscam proteger crianças online

Redes sociais. (Foto: Unsplash/Swello)
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  • Uma pesquisa do AtlasIntel, divulgada em 28 de agosto, mostra que 55% dos brasileiros apoiam a regulamentação das redes sociais, o menor índice desde abril de 2023.
  • O apoio caiu de 77,9% em abril e 67,8% em agosto deste ano.
  • O Congresso Nacional aprovou uma lei para proteger crianças nas redes sociais, mas um projeto mais amplo enfrenta resistência da oposição bolsonarista.
  • Apesar da queda no apoio geral, 53,9% da população ainda defende limites mais rigorosos para as grandes plataformas.
  • A pesquisa também indica que 55,7% dos entrevistados veem as fake news como uma ameaça grave à democracia.

Uma nova pesquisa do AtlasIntel, divulgada nesta quinta-feira, 28, revela que 55% dos brasileiros apoiam a regulamentação das redes sociais, o menor índice desde abril de 2023. O levantamento mostra uma queda significativa no apoio, que era de 77,9% em abril e 67,8% em agosto do mesmo ano.

O Congresso Nacional aprovou recentemente uma lei voltada para a proteção de crianças nas redes sociais, em resposta a denúncias de “adultização”. No entanto, um projeto mais abrangente que visa limitar a atuação das grandes plataformas enfrenta resistência, especialmente da oposição bolsonarista. Apesar disso, 53,9% da população ainda defende a imposição de limites mais rigorosos às big techs.

A pesquisa também abordou a percepção sobre as fake news, com 55,7% dos entrevistados considerando que a desinformação representa uma ameaça grave à democracia brasileira. Apenas 38,3% acreditam que não há risco significativo.

Outro ponto levantado foi sobre quem deve decidir a remoção de conteúdos nas redes sociais. A maioria, 35,8%, acredita que as próprias plataformas devem ter a palavra final, enquanto 21,1% defendem que essa responsabilidade deve ser dos órgãos reguladores do governo.

O levantamento foi realizado entre os dias 20 e 25 de agosto, com 6.238 entrevistas, e possui uma margem de erro de um ponto percentual.

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