- O governo dos Estados Unidos anunciou a realização de 5.000 detenções com fins de deportação em Los Angeles nos últimos três meses.
- O detido número 5.000 é Gustavo García-Miranda, um imigrante indocumentado do México com antecedentes criminais.
- A secretária de Segurança Interior, Kristi Noem, informou que 24% dos detidos já foram deportados e que as operações visam remover “o pior dos piores”.
- As táticas de deportação incluem redadas em negócios e ações em parques públicos, com a colaboração da Patrulha Fronteiriça e do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE).
- Dados do consulado mexicano indicam que 85% dos detidos são homens, muitos com mais de uma década de residência nos EUA e aproximadamente 40% têm filhos americanos.
O governo dos Estados Unidos anunciou que 5.000 detenções com fins de deportação foram realizadas em Los Angeles nos últimos três meses. O detido número 5.000, Gustavo García-Miranda, é um imigrante indocumentado do México com antecedentes criminais. A secretária de Segurança Interior, Kristi Noem, destacou que 24% dos detidos já foram deportados e que as operações visam remover “o pior dos piores” das ruas.
As táticas de deportação incluem operações em comunidades migrantes, como redadas em negócios de lavagem de carros e ações em parques públicos. Noem afirmou que o governo está determinado a encontrar e expulsar aqueles que estão no país ilegalmente. As autoridades, incluindo a Patrulha Fronteiriça e o ICE, têm atuado em conjunto para realizar essas detenções.
Perfil dos Detidos
Dados do consulado mexicano em Los Angeles revelam que, entre os 641 detidos entrevistados, 85% são homens e muitos têm mais de uma década de residência nos EUA. Aproximadamente 40% têm filhos americanos. A maioria dos detidos trabalha em setores como construção, jardinagem e agricultura. Apenas 20 pessoas conseguiram recuperar a liberdade após decisões favoráveis de juízes migratórios.
As operações de deportação não se limitam a Los Angeles. O governo também reportou 4.500 detenções na Geórgia desde o início da administração Trump, um aumento significativo em comparação ao período anterior sob a presidência de Joe Biden. As autoridades utilizam esses números para criticar as políticas migratórias do governo atual, alegando que a abertura das fronteiras contribui para a criminalidade.
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