- O presidente Lula defendeu que o deputado Eduardo Bolsonaro deve perder o mandato, chamando-o de “o maior traidor da história do Brasil” por atacar o país no exterior.
- Em entrevista à Rádio Itatiaia, Lula disse que Eduardo apoiou críticas do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Brasil, incluindo acusações de interferência no Supremo Tribunal Federal (STF) e queixas sobre o comércio bilateral.
- Lula afirmou que as tarifas impostas por Trump foram injustificáveis e destacou que, em quinze anos, houve um superávit de US$ 410 bilhões entre EUA e Brasil, defendendo que não há razão para reclamações sobre a relação comercial.
- O presidente afirmou que, mesmo diante de pressões, o governo encaminhará ao Congresso um projeto para regulamentar as big techs.
- A entrevista contou com a participação da ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e do ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
O presidente Lula defendeu nesta sexta-feira a cassação do deputado Eduardo Bolsonaro, em entrevista à Rádio Itatiaia, durante agenda de Minas Gerais. O objetivo é que Eduardo perca o mandato por atuação considerada contrária aos interesses do país no exterior.
Lula afirmou que Eduardo viajou para apoiar críticas feitas pelo ex-presidente dos EUA, Donald Trump, contra o Brasil, incluindo acusações de interferência no STF e questionamentos sobre o comércio bilateral.
O presidente criticou as tarifas impostas por Trump, dizendo que são injustificáveis. Segundo Lula, os EUA tiveram um superavit de 410 bilhões de dólares com o Brasil em 15 anos, o que, na visão dele, não sustenta reclamações sobre a relação comercial.
A entrevista foi realizada com a presença de Macaé Evaristo, ministra dos Direitos Humanos; Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia; e Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado. Eles acompanharam a conversa ao lado de Lula.
Lula enfatizou ainda que, independentemente de pressões, o governo vai encaminhar ao Congresso um projeto para regulamentar as big techs, mantendo o foco na atuação governamental.
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