- A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu dois homens suspeitos de assaltar a casa dos ex-sogros de Jair Bolsonaro em Resende, no dia 24 de setembro.
- Os detidos são Marcelo Correia Tobias e Vitor Hugo Henrique da Silva.
- Durante o assalto, a família foi feita refém e os criminosos buscavam dinheiro supostamente enviado pelo ex-presidente.
- A polícia apreendeu armas, balaclavas e outros itens relacionados ao crime.
- As investigações continuam para identificar outros envolvidos e reforçar a segurança na região.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, na sexta-feira (29), dois homens suspeitos de participar do assalto à casa dos ex-sogros de Jair Bolsonaro, ocorrido em 24 de setembro em Resende. Durante o crime, a família foi feita refém por criminosos armados que buscavam dinheiro supostamente enviado pelo ex-presidente.
Os detidos, identificados como Marcelo Correia Tobias e Vitor Hugo Henrique da Silva, foram capturados após uma investigação que incluiu a análise de imagens de câmeras de segurança. No local da prisão, a polícia apreendeu armas, balaclavas e outros itens relacionados ao crime. A ação foi considerada um sucesso, mas as investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos.
O assalto durou cerca de uma hora, durante a qual os criminosos mantiveram Rogéria Nantes Bolsonaro, ex-esposa de Jair Bolsonaro, e seus pais sob ameaça. Segundo o senador Flávio Bolsonaro, que relatou o ocorrido nas redes sociais, a família passou por momentos de terror, com armas apontadas e a casa revirada. Os assaltantes levaram joias, celulares e um carro da família.
Detalhes da Investigação
A polícia iniciou as investigações imediatamente após o crime, utilizando drones e rastreamento de um telefone descartado pelos assaltantes. Um dos veículos utilizados na fuga foi abandonado em São Paulo, enquanto outro foi recuperado. A pressão policial e a movimentação de traficantes locais foram fatores que contribuíram para a localização dos suspeitos.
Flávio Bolsonaro expressou preocupação com a segurança de sua família e insinuou que o crime poderia ter motivações políticas, afirmando que a situação parecia estranha e não se tratava de um simples roubo. As investigações seguem em andamento, com a polícia buscando mais informações sobre os envolvidos e reforçando a segurança na região.
Entre na conversa da comunidade