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Novo assume 67% da CPMI do INSS e promete fiscalização rigorosa e efetiva

Partido Novo promete rigor na investigação de fraudes de R$ 6,3 bilhões no INSS, com foco em responsabilização de envolvidos

Foto: Reprodução
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  • O partido Novo, com cinco deputados federais e um senador, obteve três cadeiras de titulares e um suplente na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
  • A CPMI investiga fraudes que desviaram R$ 6,3 bilhões de aposentados entre 2019 e 2024.
  • Os deputados Marcel van Hattem (RS), Adriana Ventura (SP) e Eduardo Girão (CE) são os titulares, enquanto Luiz Lima (RJ) é o suplente.
  • O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, afirmou que a investigação será rigorosa e sem blindagens políticas, visando responsabilizar os envolvidos.
  • A oposição planeja convocações e quebras de sigilo nas primeiras semanas da CPMI, que busca responsabilizar servidores e entidades ligadas aos desvios.

Com apenas cinco deputados federais e um senador, o partido Novo conquistou uma posição significativa na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A legenda, que já demonstrou interesse em investigar irregularidades, agora conta com três titulares e um suplente na CPMI, representando 67% de sua bancada.

Os deputados Marcel van Hattem (RS), Adriana Ventura (SP) e Eduardo Girão (CE) ocupam as cadeiras de titulares, enquanto Luiz Lima (RJ) atua como suplente. A CPMI, composta por 31 parlamentares, é presidida pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG) e relatada pelo deputado Alfredo Gaspar (União-AL). O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, destacou que essa participação reflete o prestígio do partido e sua capacidade de fiscalização.

Ribeiro enfatizou a necessidade de uma investigação rigorosa, sem blindagens políticas, afirmando que o Novo seguirá o dinheiro e buscará responsabilizar os envolvidos. Ele acredita que os resultados da CPMI podem impactar o cenário eleitoral de 2026. O líder da bancada, Marcel van Hattem, reforçou que o trabalho será técnico e independente, focando na responsabilização dos envolvidos nos desvios que, segundo a Polícia Federal, totalizam R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024.

Foco na Investigação

A CPMI investigará fraudes no sistema previdenciário, com a oposição planejando convocações e quebras de sigilo nas primeiras semanas. O objetivo é responsabilizar servidores e entidades acusadas de participação nos desvios. Girão, ao celebrar a presença do Novo na comissão, afirmou que a investigação será imparcial e sem poupança a ninguém.

A atuação do Novo na CPMI é vista como uma grande conquista para a sociedade, com o partido prometendo um trabalho sério e comprometido com a verdade. A bancada está unida para investigar as denúncias que envolvem fraudes desde o governo Dilma até o atual governo Lula, com foco em proteger os interesses dos aposentados e pensionistas.

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