- Uma delegação brasileira de treze pessoas participará da Global Sumud Flotilla, que levará ajuda humanitária a Gaza.
- O território enfrenta uma grave crise humanitária, com acesso controlado por Israel e problemas de segurança alimentar reconhecidos pela ONU.
- A flotilha, com participantes de mais de quarenta e quatro países, partirá da Espanha em trinta e um de setembro e da Tunísia em quatro de outubro.
- Entre os integrantes estão a vereadora de Campinas, Mariana Conti, e a presidenta do PSOL do Rio Grande do Sul, Gabrielle Tolotti.
- O objetivo é romper o cerco israelense e estabelecer um corredor humanitário para o transporte de alimentos, água e medicamentos ao povo palestino.
Uma delegação brasileira composta por 13 pessoas embarcará na Global Sumud Flotilla, uma missão internacional que visa levar ajuda humanitária a Gaza, no Estado Palestino. O território enfrenta uma grave crise humanitária, com acesso controlado por Israel e problemas de segurança alimentar reconhecidos pela ONU.
A flotilha, que conta com participantes de mais de 44 países, partirá da Espanha no dia 31 de setembro e da Tunísia em 4 de outubro. A ação é considerada uma das maiores iniciativas de solidariedade internacional para a região. Entre os integrantes da missão brasileira estão ativistas e representantes políticos, como a vereadora de Campinas, Mariana Conti (PSOL), e a presidenta do PSOL do Rio Grande do Sul, Gabrielle Tolotti.
O objetivo principal da flotilha é romper o cerco israelense e estabelecer um corredor humanitário para o transporte de alimentos, água e medicamentos ao povo palestino. As organizações envolvidas, como a Freedom Flotilla Brasil e o Global Movement to Gaza Brasil, destacam que a ação busca romper, de forma não violenta, as restrições impostas pelo regime de ocupação.
Em junho, uma embarcação da Flotilha da Liberdade foi interceptada por Israel, resultando na prisão de doze tripulantes, incluindo o brasileiro Thiago Ávila. O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) classificou a ação como um crime de guerra e pediu ao governo brasileiro a suspensão das relações diplomáticas e comerciais com Tel Aviv.
Entre na conversa da comunidade