- Jair Bolsonaro revelou que há uma cela preparada para ele no Comando Militar do Planalto, caso seja condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
- O julgamento está agendado para 12 de setembro.
- A cela fica a sete quilômetros da Praça dos Três Poderes, em Brasília, perto do local onde ocorreram invasões em 8 de janeiro de 2023.
- Outras opções de cumprimento de pena incluem a Superintendência Regional da Polícia Federal e o Complexo Penitenciário da Papuda.
- A possibilidade de prisão domiciliar ainda é considerada devido a problemas de saúde de Bolsonaro.
Durante uma conversa recente, o ex-presidente Jair Bolsonaro revelou que há uma cela preparada para ele no Comando Militar do Planalto, caso seja condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por coação em uma trama golpista. O julgamento está agendado para 12 de setembro.
Bolsonaro, que atualmente cumpre prisão domiciliar, mencionou que a cela está localizada a apenas sete quilômetros da Praça dos Três Poderes, em Brasília. Este local, parte do Quartel General do Exército, é próximo da área onde manifestantes invadiram e depredaram as sedes do Palácio do Planalto, do Congresso e do Supremo em 8 de janeiro de 2023. Além dessa opção, outras alternativas incluem uma cela na Superintendência Regional da Polícia Federal e no Complexo Penitenciário da Papuda.
Possíveis Locais de Cumprimento de Pena
Caso a condenação se confirme, o ex-presidente pode ser transferido para um dos seguintes locais:
1. Superintendência da Polícia Federal: onde poderia ficar em uma sala adaptada, similar à que foi oferecida a Luiz Inácio Lula da Silva durante sua prisão em Curitiba.
2. Complexo Penitenciário da Papuda: um presídio comum que abriga mais de 16 mil detentos, mas possui uma ala reservada para presos vulneráveis.
3. Batalhão de Polícia Militar de Brasília: onde outros ex-integrantes do governo também foram detidos.
A possibilidade de Bolsonaro cumprir pena em prisão domiciliar ainda é considerada, devido a problemas de saúde resultantes de uma facada em 2018. A situação gera crescente preocupação entre seus aliados, especialmente com o aumento das tensões entre ele e o STF.
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