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Empresário tenta fugir da PF em lancha durante operação contra o PCC em Faria Lima

Rafael Renard Gineste é preso ao tentar fugir em lancha durante operação contra fraudes no setor de combustíveis em Santa Catarina

Empresário é rendido pela PF em lancha em Santa Catarina (Foto: Reprodução)
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  • O empresário Rafael Renard Gineste foi detido em 28 de setembro ao tentar fugir em uma lancha de luxo em Bombinhas, Santa Catarina.
  • A operação da Polícia Federal visava desmantelar uma organização criminosa envolvida em fraudes no setor de combustíveis, que movimentou R$ 23 bilhões.
  • Gineste, já condenado a quatro anos e oito meses de prisão por corrupção ativa na Operação Publicano, é acusado de fazer parte do núcleo financeiro da quadrilha.
  • A ação resultou na prisão de 14 pessoas, incluindo empresários conhecidos, e autorizou buscas em Curitiba, onde Gineste reside.
  • Durante a abordagem, ele tentou descartar seu celular e estava a 250 quilômetros de sua casa.

Durante uma operação da Polícia Federal em 28 de setembro, o empresário Rafael Renard Gineste foi detido ao tentar fugir em uma lancha de luxo em Bombinhas, Santa Catarina. A ação visava desmantelar uma organização criminosa envolvida em fraudes no setor de combustíveis, que movimentou R$ 23 bilhões. Gineste, que já havia sido condenado a quatro anos e oito meses de prisão por corrupção ativa na Operação Publicano, é acusado de integrar o núcleo financeiro da quadrilha.

A operação resultou na prisão de 14 pessoas, incluindo empresários conhecidos como Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Loco, e Mohamad Hussein Mourad, o Primo. Eles são apontados como os verdadeiros donos do antigo grupo Aster/Copape. A Justiça também autorizou buscas em Curitiba, onde Gineste reside.

Imagens da abordagem mostram policiais rendendo Gineste na lancha, que estava a 250 quilômetros de sua casa. Um policial afirmou que o empresário tentou descartar seu celular durante a ação. Ele é sócio-administrador da F2 Holding Investimentos, que, segundo os investigadores, utilizava empresas de fachada para movimentar valores ilícitos.

A Operação Publicano, que já havia condenado Gineste anteriormente, investigou uma rede de corrupção na Receita Estadual do Pará, onde propinas eram pagas a auditores fiscais para redução de impostos. A defesa de Gineste não foi localizada para comentar sobre a detenção.

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