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Mulher morre após ser atingida por 13 tiros em atentado em Sulacap

Mulher de 36 anos morre após ataque a tiros em Jardim Sulacap; agiota é preso como mandante do crime e admite ameaças

Vítima foi surpreendida por um homem encapuzado ao entrar no carro (Foto: Reprodução)
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  • Uma mulher de 36 anos foi atacada a tiros em Jardim Sulacap, Rio de Janeiro, em 20 de agosto.
  • Ela faleceu em 1º de setembro após ficar internada em estado gravíssimo.
  • O mandante do ataque, Diogo da Silva Marques, conhecido como Diogo Marley, foi preso e admitiu ter ameaçado a vítima, mas negou ter ordenado a execução.
  • O crime ocorreu devido a uma dívida superior a R$ 7 mil que a mulher tinha com Diogo, que atuava como agiota.
  • O caso está sendo investigado pela 33ª Delegacia de Polícia (Realengo).

Uma mulher de 36 anos, vítima de um ataque a tiros em Jardim Sulacap, no Rio de Janeiro, faleceu em 1º de setembro após permanecer internada em estado gravíssimo. O crime ocorreu em 20 de agosto, quando a mulher foi baleada por pelo menos 13 disparos na presença do marido e das filhas.

Diogo da Silva Marques, conhecido como Diogo Marley, foi identificado como o mandante do ataque e preso dois dias após o crime. Ele atuava como agiota e vinha pressionando a vítima para o pagamento de uma dívida superior a R$ 7 mil. Mensagens trocadas entre eles revelaram ameaças feitas por Diogo um dia antes do ataque. Na delegacia, ele admitiu ter emprestado dinheiro à mulher e a ameaçado, mas negou ter ordenado a execução.

Detalhes do Ataque

Imagens de câmeras de segurança mostraram o momento do ataque, que ocorreu por volta das 13h. Enquanto a família se preparava para sair de casa, um sedã preto parou ao lado do veículo da vítima. Um homem, vestido de preto e usando touca, óculos escuros e luvas, desceu do carro e disparou contra a mulher, abrindo a porta do veículo para atirar mais vezes. Após os disparos, o atirador fugiu rapidamente.

Após a prisão de Diogo, a Globo, onde ele trabalhava como fotógrafo assistente, informou que o desligou da empresa. O caso está sendo investigado pela 33ª DP (Realengo), que busca esclarecer todos os detalhes do crime e a motivação por trás do ataque brutal.

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