- A maioria dos réus da ação penal sobre a suposta trama golpista após as eleições de 2022 não comparecerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) para o julgamento, que ocorre de 2 a 12 de setembro.
- Os acusados, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, assistirão ao processo pela televisão, representados por suas defesas.
- A presença de Bolsonaro é incerta, pois ele está em prisão domiciliar e precisa de autorização do ministro Alexandre de Moraes para sair.
- Advogados de Bolsonaro recomendam que ele não compareça, visando evitar exposição, mas há quem defenda sua presença como uma demonstração de força.
- Todos os réus negam as acusações de organização criminosa e pedem a rejeição das denúncias por falta de provas.
A maioria dos réus envolvidos na ação penal relacionada a uma suposta trama golpista após as eleições de 2022 não comparecerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) para o julgamento, que começa nesta terça-feira, 2 de setembro, e se estende até 12 de setembro. Os acusados, que incluem o ex-presidente Jair Bolsonaro, assistirão ao processo pela televisão, representados por suas defesas.
A presença de Bolsonaro no STF é incerta, uma vez que ele está em prisão domiciliar e precisa de autorização do ministro Alexandre de Moraes para sair. Advogados do ex-presidente teriam recomendado que ele não comparecesse, citando a necessidade de evitar exposição. No entanto, há quem defenda que sua presença poderia ser uma demonstração de força.
O julgamento, que será realizado pela Primeira Turma do STF, tem como foco o núcleo crucial da acusação, que a Procuradoria-Geral da República (PGR) sustenta ser responsável por liderar uma organização criminosa para manter Bolsonaro no poder após sua derrota nas eleições. Todos os réus negam as acusações e pedem a rejeição das denúncias por falta de provas.
Entre os réus, o general Braga Netto, que está preso no Rio de Janeiro, também assistirá ao julgamento pela televisão. A expectativa é que o ex-ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, compareça a algumas sessões. A decisão do deputado Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), ainda não foi divulgada.
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