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Réus do julgamento da trama golpista optam por acompanhar sessões remotamente

Réus da ação penal sobre suposta trama golpista assistem ao julgamento do STF pela televisão; presença de Bolsonaro é incerta

Interrogatórios dos réus da Ação Penal (AP) 2668, com foco no núcleo da trama golpista e nos crimes pelos quais são acusados (Foto: Reprodução)
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  • A maioria dos réus da ação penal sobre a suposta trama golpista após as eleições de 2022 não comparecerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) para o julgamento, que ocorre de 2 a 12 de setembro.
  • Os acusados, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, assistirão ao processo pela televisão, representados por suas defesas.
  • A presença de Bolsonaro é incerta, pois ele está em prisão domiciliar e precisa de autorização do ministro Alexandre de Moraes para sair.
  • Advogados de Bolsonaro recomendam que ele não compareça, visando evitar exposição, mas há quem defenda sua presença como uma demonstração de força.
  • Todos os réus negam as acusações de organização criminosa e pedem a rejeição das denúncias por falta de provas.

A maioria dos réus envolvidos na ação penal relacionada a uma suposta trama golpista após as eleições de 2022 não comparecerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) para o julgamento, que começa nesta terça-feira, 2 de setembro, e se estende até 12 de setembro. Os acusados, que incluem o ex-presidente Jair Bolsonaro, assistirão ao processo pela televisão, representados por suas defesas.

A presença de Bolsonaro no STF é incerta, uma vez que ele está em prisão domiciliar e precisa de autorização do ministro Alexandre de Moraes para sair. Advogados do ex-presidente teriam recomendado que ele não comparecesse, citando a necessidade de evitar exposição. No entanto, há quem defenda que sua presença poderia ser uma demonstração de força.

O julgamento, que será realizado pela Primeira Turma do STF, tem como foco o núcleo crucial da acusação, que a Procuradoria-Geral da República (PGR) sustenta ser responsável por liderar uma organização criminosa para manter Bolsonaro no poder após sua derrota nas eleições. Todos os réus negam as acusações e pedem a rejeição das denúncias por falta de provas.

Entre os réus, o general Braga Netto, que está preso no Rio de Janeiro, também assistirá ao julgamento pela televisão. A expectativa é que o ex-ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, compareça a algumas sessões. A decisão do deputado Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), ainda não foi divulgada.

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