- O tenente-coronel Mauro Cid está sob investigação relacionada à sua colaboração premiada no Supremo Tribunal Federal (STF).
- Durante a defesa, o advogado Jair Alves Pereira afirmou que a conta de Instagram “Gabriela 702” não pertence a Cid.
- Cid pediu baixa do Exército por questões psicológicas e defendeu a democracia.
- O advogado apresentou o currículo de Cid e confirmou uma conversa divulgada pela revista Veja, onde Cid expressou descontentamento com as investigações.
- A defesa argumenta que reclamar é um direito do cidadão e que a investigação foi solicitada pela própria defesa.
O tenente-coronel Mauro Cid, envolvido em investigações que questionam sua colaboração premiada no Supremo Tribunal Federal (STF), teve sua defesa apresentada de forma clara e assertiva. O advogado Jair Alves Pereira destacou que a conta de Instagram “Gabriela 702” não pertence ao militar e que Cid pediu baixa do Exército por questões psicológicas, enfatizando a defesa da democracia.
Durante a audiência, Pereira apresentou o currículo de Cid e confirmou a veracidade de uma conversa divulgada pela revista Veja, onde o tenente-coronel expressou descontentamento com as investigações. O advogado argumentou que reclamar é um direito do cidadão e que isso não configura uma quebra dos compromissos da delação. Ele também defendeu a atuação dos delegados envolvidos, afirmando que o devido processo legal está sendo respeitado.
A defesa de Cid busca proteger sua colaboração premiada, ressaltando que a investigação foi solicitada pela própria defesa. O advogado começou sua argumentação expressando orgulho em defender a democracia, um ponto que permeou toda a sua fala. A situação de Cid continua a ser monitorada de perto, à medida que novos desdobramentos podem surgir nas investigações em curso.
Entre na conversa da comunidade