- A Polícia Federal (PF) iniciou um plano de segurança rigoroso para o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus, que ocorre de cinco a doze de setembro.
- O caso envolve a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, gerando preocupações em Brasília.
- A PF fechou a Praça dos Três Poderes e mobilizou a tropa de choque da Polícia Militar, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e o Comando de Operações Táticas (COT) da PF.
- O plano inclui rotas de escape para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), uso de drones e cães farejadores para monitoramento.
- A segurança é intensificada devido à proximidade do sete de setembro, data de manifestações políticas frequentes na capital.
A Polícia Federal (PF) implementou um rigoroso plano de segurança para o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus, que começou nesta terça-feira, 5 de setembro, e se estenderá até o dia 12. O caso envolve a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, gerando preocupações em Brasília.
Para garantir a segurança dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a PF fechou a Praça dos Três Poderes e mobilizou diversas medidas preventivas. Entre elas, destacam-se a presença da tropa de choque da Polícia Militar, do Bope e do COT da PF, além da instalação de novos pórticos de detecção de metais nas entradas do tribunal. Até o momento, não foram identificados riscos, mas a PF mantém equipes de apoio em prontidão.
Medidas de Segurança
O plano de segurança inclui rotas de escape para os ministros em caso de imprevistos, como invasões por manifestantes ou a presença de artefatos explosivos nas proximidades. A PF também está utilizando drones e cães farejadores para monitoramento, com capacidade de varredura tanto diurna quanto noturna. O esquema é considerado de alto grau de vigilância, semelhante ao adotado em julgamentos de grande repercussão, como o do Mensalão.
A segurança é intensificada devido à proximidade do 7 de Setembro, data em que costumam ocorrer manifestações políticas em Brasília. O histórico recente de episódios de tensão na capital, como a explosão de um artefato caseiro em 2022 e a ameaça de invasão ao STF em 2021, reforça a necessidade de um esquema robusto. O STF se mantém em alerta máximo, com medidas que visam evitar qualquer incidente que possa comprometer a integridade dos ministros e a segurança do tribunal.
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