- O policial penal José Rodrigo da Silva Ferrarini foi preso por tentativa de homicídio qualificada após disparar contra o entregador Valério Júnior em Jacarepaguá, Rio de Janeiro.
- O incidente ocorreu durante uma discussão, quando Ferrarini atirou no pé da vítima.
- Inicialmente, ele foi liberado, mas a prisão foi solicitada após novas evidências.
- Ferrarini já tinha um histórico criminal, incluindo uma condenação por lesão corporal contra sua ex-mulher e uma detenção recente por dirigir um veículo clonado.
- A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) afastou Ferrarini por noventa dias e abriu um processo administrativo disciplinar.
O policial penal José Rodrigo da Silva Ferrarini foi preso por tentativa de homicídio qualificada após disparar contra o entregador Valério Júnior em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O incidente ocorreu durante uma discussão, quando Ferrarini atirou no pé da vítima. Inicialmente, ele foi liberado, mas a situação mudou após novas evidências serem apresentadas.
Ferrarini já tinha um histórico criminal, incluindo uma condenação por lesão corporal contra sua ex-mulher, cuja pena foi convertida em suspensão condicional. Em janeiro deste ano, ele foi detido por dirigir um veículo clonado, mas foi liberado após pagar fiança de R$ 11 mil. A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou que o caso está sob investigação da Corregedoria.
Detalhes do Incidente
Na madrugada do último sábado, Ferrarini discutiu com Valério, que se recusou a levar um pedido além da portaria, conforme as regras do aplicativo de entrega. O policial alegou que o disparo foi acidental, afirmando que sempre anda armado. Após ouvir a vítima e analisar imagens do ocorrido, a polícia solicitou a prisão temporária de Ferrarini.
Após a prisão, a Seap anunciou o afastamento do policial por 90 dias e a abertura de um processo administrativo disciplinar. A conduta de Ferrarini foi classificada como “abominável” pela Seap, que também destacou que o incidente ocorreu fora do exercício de suas funções. O policial é investigado por tentativa de homicídio qualificada, considerando o motivo fútil e a impossibilidade de defesa da vítima.
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